segunda-feira, 25 de maio de 2015

AUDIÊNCIA DO PPA EM BREVES RECEBE DEMANDAS DOS MUNICÍPIOS MARAJOARAS

Representantes dos municípios, associações, sindicatos e sociedade civil levaram suas demandas para a audiência.
Regularização fundiária, energia elétrica, comunicação e ações nas áreas de saúde e educação foram algumas das pautas encaminhadas durante audiência pública de elaboração do Plano Plurianual realizada nesta sexta-feira, 22, em Breves, no auditório Rio Parauau do Centro de Desenvolvimento de Educação Profissional. Representantes de municípios da Região de Integração do Marajó, associações, sindicatos e sociedade civil levaram seus pleitos e participaram por meio de manifestações orais ou escritas da nona escuta social, ocupando um espaço de participação efetiva da população na elaboração de políticas públicas para o período compreendido entre 2016 e 2019.
 A audiência foi coordenada por José Alberto Colares, secretário de Estado de Planejamento. “Queremos fazer política pública horizontalizada, e estamos aqui para recepcionar os projetos estruturantes para o Marajó com aqueles que vivem a realidade da região”, falou, ao lado de prefeitos e deputados da região que compuseram a mesa de abertura.
 As demandas localizadas recebidas durante a audiência foram encaminhadas aos administradores e órgãos públicos presentes, de maneira que o momento fosse proveitoso para a entrega de proposições de forma direta. “É importante a participação nesta audiência, momento que podemos apresentar nossas demandas e mostrar ao estado que podemos gerir os recursos públicos conjuntamente”, disse Gracionice Costa, presidente do sindicato dos trabalhadores e trabalhadoras rurais de Portel.

Graci Costa, do STTR de Portel, apresentou propostas e reforçou que o Estado pode gerir os recursos junto com a população
 Perfil socioeconômico -
O Marajó reúne 16 municípios com características distintas, é uma reserva natural com vocações econômicas a serem exploradas, além dos setores produtivos consolidados. Com as menores taxas de violência, de acidentes de trânsito, e com a população mais jovem do estado, precisa implementar os planos de desenvolvimento traçados. “Precisamos tirar os planos do papel e olhar a região e suas vocações”, ressaltou Eduardo Costa, diretor presidente da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará (Fapespa). Sendo uma Área de Proteção Ambiental (APA), a região aponta naturalmente para a necessidade de ações sustentáveis considerando suas especificidades, a mudança sazonal da paisagem com a ação do mar, sendo ora doce ora salgada. Os dados levantados pela Fapespa devem servir para a construção de estratégias de melhoria de vida da população, e estão disponíveis no site da Seplan para consulta AQUI

Fonte: Agência Pará

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