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quinta-feira, 11 de julho de 2013

CISNE BRANCO: TRAGÉDIA IMINENTE

56 anos de vida e 32 anos após tragédia, o navio agora causa transtornos no Marajó
Uma das piores tragédia ocorrida no rio Amazonas, o naufrágio do navio Sobral Santos (CISNE BRANCO), em frente a cidade de Óbidos, completará no próximo dia 19/09, 32 anos.
O naufrágio provocou a morte de 250 a 300 pessoas (Leia AQUI), e  nos surpreende hoje a embarcação fazer a linha São Sebastião da Boa Vista/Belém/São Sebastião da Boa Vista.
Desde que começou a operar na linha a embarcação já proporcionou momentos angustiantes a passageiros. Recentemente um incêndio na embarcação quase causa uma tragédia de proporções semelhantes a que ocorreu há 32 anos.
Até pouco tempo a embarcação pertencia à AR TRANSPORTES, mas, não sabemos de que forma, passou a ser administrada pelo Vereador de SSBV, Antonio da Pesca/PP.
Na verdade não importa à quem pertence a embarcação, o que interessa neste momento que a CPAOR -Capitania dos Portos da Amazônia Oriental proíba a mesma de continuar expondo nossos irmãos e irmãs boavistenses ao risco iminente de acidente.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

TERMINAL DE PASSAGEIROS DO CAMARÁ RECEBE NOVAS CADEIRAS

Com a chegada do período de férias, a ARCON e a Prefeitura de Salvaterra providenciaram a instalação de novas cadeiras para o terminal de passageiros do Camará, além de um novo flutuante.
Cadeiras novas para dar mais conforto aos passageiros
Segundo o Gerente do GTH -Grupo Técnico Hidroviário, o sourense Fernando Tobias, que está há pouco tempo à frente dos trabalhos, a tendência é que a parte fluvial do transporte intermodal pra ilha, melhore muito nos próximos meses, com entrada de mais uma embarcação, mais veloz e confortável.
"Nós estamos exigindo melhorias no serviço por parte das empresas, e elas virão daqui pra frente", disse Tobias.
Fernando Tobias (GTH), Valentin Lucas (Pref. de Salvaterra) e Antonio Neto (Dir.ARCON)

domingo, 23 de junho de 2013

SE NÃO REGULAR, NÃO ADIANTA PROTESTAR

Depois que o blog levantou a bandeira do preço abusivo das passagens no trecho Belém/Curralinho/Breves/Melgaço/Portel, o tema virou pauta de diversas manifestações que aconteceram nestes municípios.
Este serviço que tem 70% das atividades nas mãos de uma só família ( Família Rebelo), não recebe nenhuma fiscalização por falta de regulação da Agência de Regulação e Controle de Serviços Públicos do Estado do Pará- ARCON.
Dentre as principais queixas de usuários, se destacam: A cartelização do preço das passagens; o não cumprimento às gratuidades;  o péssimo atendimento por parte de tripulantes;  banheiros sujos;  preços exorbitantes nas cantinas;  e o não cumprimento a horários de partida e chegada.
Alertamos para a necessidade de pressionarmos o Governo do Estado, para que através da ARCON, passe a regular o serviço, assim sendo, permitirá que outras empresas explorem o serviço, controlará o preço das passagens, fiscalizará as embarcações e garantirá gratuidade e meia-passagem à estudantes.
A ARCON hoje regula as travessias para o Camará, Soure/Salvaterra e Santa Izabel/Bujaru, mas, já está em processo para passar a regular o serviço para as cidades de Muaná e Ponta de Pedras, além de Santa Cruz/ Cachoiera do Arari.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

OS NAVIOS NEGREIROS VOLTARAM

Armadores que exploram a navegação na amazônia fazem suas próprias leis.
Apesar de ser de conhecimento de todos, menos da ANTAQ - Agência Nacional de Transportes Aquaviários e da  ARCOM, os abusos cometidos por estes armadores que dominam a navegação regional, parece crescer a cada dia. O Navio Liberty Star, que faz a linha Manaus/Belém/Manaus, que é de propriedade do Dep. Estadual Antonio Rocha/PMDB, simplesmente proíbe passageiros desembarcarem em portos intermediários no longo trajeto da viagem. A intenção é fazer com que os passageiros, se não quiserem passar fome, consumam os alimentos vendidos na embarcação (ver imagem). Uma passageira relata (vídeo) que foi de Parintins até Belém comendo pão com mortadela.
Alguns ainda se arriscam pra fugir dos preços altos à bordo. Além das condições deprimentes de viagem, banheiro sujos, tripulação sem o menor preparo em lhe dar com o público, agora o usuário do transporte aquaviário na amazônia tem que se submeter à regras impostas por estes mercadores
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Fonte e imagens: Orlando Dias

Passageiros que conseguem sair da embarcação precisam compram refeição " em terra" até 70% mais barato

Um idoso se alimenta como pode. Nem animal é transportado assim.



quarta-feira, 21 de novembro de 2012

NAVIO CONTINUA ENCALHADO NO RIO AMAZONAS

(Foto: Marinha do Brasil)
O navio Catamarã Rondônia de propriedade da Empresa de Navegação Antônio Rocha Transportes (Enart), está encalhado no Rio Amazonas, próximo à comunidade Farol do Curuá desde o último sábado (17). De acordo com a Marinha, através da Delegacia da Capitania dos Portos em Santarém, o acidente pode ter sido provocado por uma falha humana.
O delegado dos Portos em Santarém, capitão Andrade, que já esteve a bordo da embarcação, informou na tarde desta terça-feira (20), que no momento do acidente havia cerca de 200 passageiros dentro da embarcação. Mas por iniciativa da própria empresa responsável pelo navio, ainda no sábado, parte dos passageiros foram resgatados por uma outra embarcação que foi enviada ao local.

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Fonte: DOL

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

GOVERNO DO AMAPÁ PEDE REINTEGRAÇÃO DE POSSE DO NAVIO COMANDANTE SOLON

O Governo do Amapá, por meio da Secretaria de Estado dos Transportes (Setrap), Procuradoria Geral do Estado e Polícia Militar, conseguiu nesta quarta-feira, 5, por meio de um mandato judicial a reintegração de posse do navio Comandante Solon ao patrimônio amapaense.
 O pedido de reintegração do navio Solon foi realizado mediante a constatação de levantamento patrimonial realizado pela Setrap em 2011, e em data oportuna o GEA informará à população qual uso dentro da lei será dado à esse útil e valioso bem amapaense. "Decorrente ao descaso do governo anterior, mesmo com o fim da permissão de uso, a empresa permissora por negligência continuava operando normalmente o navio no trechos Breves/Belém/Breves, no estado do Pará", diz Sérgio. ...
Sérgio La-Rocque explica que o navio está em perfeito estado de conservação, podendo ser utilizado a serviço do Estado ou até mesmo uma nova licitação para regularização de funcionamento.
 O secretário ressalta ainda que o GEA vai entrar com um processo contra a empresa de navegação Bom Jesus para que a mesma ressarça o prejuízo ao Estado, por usar o navio por nove anos sem pagar e sem contrato. A embarcação chega ao Amapá na manhã desta quinta-feira, 6.

Fonte: http://www.agenciaamapa.com.br/noticia/30898

terça-feira, 24 de julho de 2012

CORPO É RESGATADO EM SSBV

Navio-Patrulha Guarujá foi direcionado para realizar ação (Foto: 4º Distrito Naval da Marinha)
O corpo de um homem foi resgatado no mar após acidente de navegação ocorrido no Rio Pará, na madrugada do dia 23 de julho, nas proximidades da Ilha Atatá, cerca de 13 milhas náuticas da cidade de São Sebastião da Boa Vista (PA).
Ao tomar conhecimento do desaparecimento do tripulante do empurrador “Comandante Passos”, a Marinha do Brasil direcionou o Navio-Patrulha (NPa) Guarujá, que se encontrava realizando ação de Patrulha Naval e Inspeção Naval na região do Rio Tocantins, para que assumisse o comando das buscas no local do sinistro.
 Na manhã do dia 24 de julho, o corpo foi encontrado pelo NPa Guarujá à margem da Ilha Atatá, próximo à foz do Rio Cuíca, encerrando suas buscas. Após o resgate, o Navio transportou o corpo para a cidade de Abaetetuba (PA), para que as autoridades locais responsáveis possam conduzir os procedimentos legais e cabíveis.

 Fonte: DOL

sábado, 2 de junho de 2012

40 ANOS DO NAUFRÁGIO DO PRESIDENTE VARGAS

Extraído do Blog do João Lima
Foi no sábado, 03 de junho de 1972 que fiz a ultima viagem no Navio Presidente Vargas.
Se hoje, sábado, fosse 03 de junho, seria muita coincidência, mas, de qualquer forma, o dia é hoje, embora a data não o seja.
Aliás, já tive a oportunidade de escrever neste blog sobre o navio em 2009. Hoje volto ao assunto em virtude fazer 40 anos, no dia 04 de junho (segunda feira), que o navio Presidente Vargas está no fundo do Rio Paracauary.
Será que a data merece ser lembrada? Será que merece alguma comemoração? Lembrada sim, comemorada, não. Ainda me lembro daquele 03 de junho de 1972. um sábado, saí de Belém, para Soure, na costumeira viagem das 14:00 horas, com parada em Mosqueiro. Apesar dessa parada, às 17:30 estava aportando na chamada "Perola do Marajó". Retornei a Belém, saindo de Soure às 18:00 e por volta das 21:00 ja estava em Belém. Para os dias de hoje, parece incrível, mas é rigorosamente verdadeiro - três horas de viagem - Soure-Belém. O Presidente Vargas após a viagem de sábado, faria a viagem de domingo (04 de junho), Belém-Mosqueiro e depois viria direto para Soure, de onde voltaria para Belém.
Mas não houve volta. O navio Presidente Vargas, nunca mais voltou para Belém Segundo comentários da época, o Navio Presidente Vargas, teria saido na sexta feira do dique da então ENASA - Empresa de Navegação da Amazonia - aonde tinha sido submetido a uma revisão de rotina.
O navio havia feito a viagem da sexta feira à noite Belém-Soure-Belém. Fizera a de sábado que, segundo comentários da época, na volta pra Belém. começara "a fazer água". No fatidico domingo, 04 de junho de 1972, tudo aconteceu.
O navio o Presidente Vargas não voltou mais pra Belém. Nunca mais!
AFUNDOU!. Isso mesmo, AFUNDOU! Em frente ao trapiche de Soure.
 Dia 04 de junho de 2012, segunda feira, é aniversário do Navio Presidente Vargas !
 40 ANOS NO FUNDO DO RIO PARACAUARY .
Aí vêm as perguntas: O que aconteceu? Como aconteceu? Quem foi ou quais foram os culpados? Por que o navio não foi resgatado? Enfim, essas e outras perguntas ficaram sem resposta até hoje.
 Lamentamos. Agora, vejam acima a foto do NAVIO PRESIDENTE VARGAS e compare com aquelas coisas que dizem ser navios que navegam na rota Belém-Camará.
 QUE SAUDADES !

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

domingo, 18 de setembro de 2011

30 ANOS DO NAUFRÁGIO DO SOBRAL SANTOS

Com 54 anos de vida e 30 anos após naufrágio, barco continua na ativa
A hidrovia Solimões-Amazonas, cuja abrangência vai de Tabatinga a Belém (PA), é palco para o transporte de 5 milhões de passageiros mensalmente e de aproximadamente 7 mil toneladas de carga anual. Pelos rios dela, contudo, circulam verdadeiras arapucas fluviais que afundam a ciclos regulares e repetem uma história que nesta segunda-feira completa 30 anos envolta em mistério e impunidade. É o naufrágio do Barco Motor Sobral Santos 2, que foi a pique no porto do município de Óbidos, no Oeste do Pará, quando cumpria a linha Santarém-Manaus.
No acidente morreram entre 250 e 300 passageiros, mas a tragédia não bastou para evitar os riscos que até hoje correm os que se aventuram por este meio de transporte na rota entre Manaus e Belém, a mais concorrida da hidrovia.
A viagem final do Sobral Santos 2, um barco motor construído em 1957, começou por volta de 19 horas do dia 18 de setembro de 1981 no chamado caiszinho de Santarém, e a dois quilômetros do porto da cidade, de onde ele partira uma hora antes autorizado pela Delegacia Fluvial de Santarém.
Ao longo do dia ele recebeu aproximadamente 300 toneladas de carga, 200 limitadas pela sua capacidade e mais 100 que estavam no barco motor Emérson. O excesso, contudo, não era suficiente e, ao chegar no caiszinho, o Sobral Santos embarcou mais 100 toneladas do barco Miranda Dias, também em pane, e outros 100 passageiros, cujos nomes não constaram na relação dos 430 registrados inicialmente.
Na noite fatal, de Santarém o Sobral, considerado o barco mais seguro da região, por ser de ferro; confortável, pelo total de passageiros que levava e ainda possuir uma área de lazer no terceiro passadiço; e veloz, tinha motor de 600 cavalos, partiu com excesso de passageiros e de cargas rumo a cidade cujo cemitério recebeu a sepultura de estimados 200 passageiros.
A carga do Sobral Santos era composta por hortifrutigranjeiros produzidos na região Oeste do Pará e aproximadamente seis mil garrafas de refrigerantes e cervejas, que seriam abastecidos em Manaus. O jornalista Celivaldo Carneiro lembra que a partida do Sobral Santos era um evento porque levava para Manaus a riqueza da região e trazia o que os municípios precisavam. “Hoje tem barco de Monte Alegre, Prainha, para Manaus. Naquela época não, os produtores traziam feijão, farinha, arroz e embarcava tudo em Santarém para abastecer Manaus”, relata.
O Engenheiro Florestal Cristovam Senna, em cuja biblioteca Boanerges Senna estão guardados jornais que contam a história da tragédia, lembra que o naufrágio causou grande comoção na cidade, onde a maioria dos habitantes conhecia ou era parente de alguém que ia naquela viagem. “A navegação melhorou, até porque não podia piorar, mas naquela época houve excesso de passageiros e de carga e isso causou o naufrágio”, diz.
A versão mais aceita aponta o deslocamento da carga como causa principal do naufrágio. A carga estava mal acondicionada, grades de cerveja e refrigerantes não estavam amarradas e após a atracação no porto, com a movimentação de passageiros para a amurada, a carga fez movimento semelhante e causou o adernamento do Sobral Santos, que mergulhou nas águas barrentas do rio Amazonas em menos de cinco minutos. Estima-se que não levou 10 segundos para percorrer os 130 metros de profundidade e bater no solo do rio. “Quando ele sumiu houve um silêncio. Aquelas pessoas morreram sem poder pedir socorro, sem poder gritar”, emociona-se o comerciante Maurício Hamoy, 58, que estava no porto de Óbidos. “Só depois de uns dez minutos as vítimas começaram a emergir e gritar por socorro no meio do rio, muitas delas sobreviveram ao naufrágio, mas não resistiram a correnteza e foram arrastadas, morrendo da mesma forma”, conta, emocionado, Hamoy.

Os primeiros corpos das vítimas começaram a ser resgatados na manhã mesma do naufrágio.

Resgate difícil

A profundidade e a correnteza atrapalharam o resgate, que precisava ser feito por mergulhadores profissionais. Uma equipe de mergulhadores da Marinha, baseada no 4º Distrito Naval, em Belém, entrou numa corveta e chegou a Óbidos quase dois dias depois e iniciou o resgate. Escafandristas retiraram um número indeterminado de mortos, mas a maioria ficou desaparecida.
Oficialmente há relatos de 178 sobreviventes. O inquérito que apurou o acidente foi feito por um oficial da Delegacia de Santarém, mas o documento não pode ser encontrado lá, no 4º DN ou no 9º Distrito Naval, em Manaus. No 4º DN, o oficial de comunicação informou que o prazo para guarda desse tipo de documento é de 10 anos e não havia nada referente ao naufrágio do Sobral Santos nos arquivos do órgão militar. Sem dados oficiais, resta a versão dos sobreviventes.
O Sobral Santos pertencia a Empresa de Navegação Onze de Maio (Onzenave), do empresário Calil Mourão, e tinha permissão para transportar 500 passageiros e 200 toneladas de carga. Doze dias após naufragar, ele voltou a flutuar graças ao içamento feito pelo guindaste João Pessoa e foi vendido para o empresário Isaac Hamoy que o rebatizou de Cisne Branco. Hoje ele pertence a Empresa de Navegtação AR Transporte, e tem autorização para levar apenas 232 passageiros e 160 toneladas de carga.

SSBV: PARCERIA FORTALECE A ARTE E A CULTURA NO MARAJÓ

Cultura de São Sebastião da Boa Vista inspira coleção de acessórios de moda do coletivo Arte em Fibra de Jupati  O dia a dia no belo e dive...