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quinta-feira, 7 de junho de 2012

MARAJÓ NA REVISTA AMERICANA SAVEUR

Padeiro na Vila do Pesqueiro (Soure) 

Lembra que fui no ano passado para o Marajó fazer uma matéria para a revista Saveur, junto com James Oseland? (editor chefe da revista - veja uma entrevista dele aqui e jurado do Top Chef Masters). Pois acabou de sair. Está na edição deste mês, já nas bancas (acho que tem na Livraria Cultura, na Nobel, do aeroporto às vezes e outras que vendem revistas importadas). Com um monte de páginas!
Graças à gentileza da amiga Fernanda, do Chucrute com Salsicha, que me mandou screen shots do ipad, montei o álbum abaixo tanto com a matéria impressa quanto com as fotos e receitas que aparecem na versão digital para assinantes. É só clicar, ampliar e ler ou pelo menos ver as fotos do James, que são incríveis.

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sexta-feira, 18 de junho de 2010

terça-feira, 5 de maio de 2009

BOAS PRÁTICAS NA PRODUÇÃO DO AÇAÍ

Os batedores de açaí atendidos pelo projeto Fruticultura do açaí em Belém e Marajó, coordenado peolo SEBRAE/PA, vão receber, hoje, certificados e Manual de Boas Práticas na produçãode açaí. Os 50 batedores fazem parte da primeira turma qualificada pelo SENAI que, além de consulturia in loco,ministrou curso teórico aos profissionais sobre boas práticas alimentares baseados no PAS ( Programa Alimento Seguro)

terça-feira, 24 de março de 2009

PESQUISADORES QUEREM REDUZIR TEMPO DE COZIMENTO DA MANIÇOBA

Agência Pará
Um dos pratos mais tradicionais da gastronomia paraense, principalmente no tradicional almoço no dia do Círio de Nazaré, a maniçoba pode não precisar mais de tantos dias de cozimento para ser consumida sem perigo. Esse é o objetivo dos pesquisadores e alunos da Universidade do Estado do Pará (Uepa), que desenvolvem o projeto “Investigação da redução do tempo de elaboração da maniçoba, assegurando níveis aceitáveis de cianeto para o consumo humano”.
“Normalmente, a pessoa compra a maniva e leva para casa sem saber ao certo por quanto tempo deve cozinhar, ou se o cianeto está realmente eliminado. Nós pretendemos criar um produto que colabore com o custo-benefício da dona de casa, que muitas vezes tem gastos de gás e energia desnecessários”, ressalta Paula Moreira, aluna que integra o projeto.
Se comprovada a redução do período de cozimento sem alteração do sabor, os pesquisadores pretendem lançar o produto no mercado contendo todas as informações necessárias para a elaboração da maniçoba, como tempo de cozimento, tipo de maniva e por quantas horas e graus de temperatura é possível obter um resultado final de qualidade e sem perigo para o homem.
Texto: Ascom/Uepa

SSBV: PARCERIA FORTALECE A ARTE E A CULTURA NO MARAJÓ

Cultura de São Sebastião da Boa Vista inspira coleção de acessórios de moda do coletivo Arte em Fibra de Jupati  O dia a dia no belo e dive...