Extraído do site do Senado Jader Barbalho
Com muita irritação enviei essa semana pedido de informações – por meio da Mesa do Senado Federal – à ministra chefe do Gabinete Civil da Presidência da República, Gleisi Hoffmann, sobre a verdadeira história do Plano de Desenvolvimento Territorial Sustentável do Arquipélago de Marajó, lançado pelo ex-presidente Lula em 2006, numa grandiosa festa no município de Breves. O Plano previa investimentos em todos os setores. Perfeito no papel mereceu saudação do bispo da Prelazia de Marajó, Dom José Luiz Azcona, que ressaltou no documento a “transparência ética dos responsáveis”. Haveria uma revolução no maior arquipélago fluvio-marítimo do mundo, onde seriam investidos 2 bilhões de reais.
Nada aconteceu até hoje. Marajó continua com as mesmas mazelas contemporâneas: tráfico humano, prostituição infantil, ataques de piratas nas embarcações, desemprego, falta de infraestrutura, transporte precário, e tudo o mais que estamos cansados de saber. Entretanto, passados mais de seis anos, vejo que em uma reunião em Belém, o Ministério da Integração Nacional reencarnou o velho plano de Lula. De novo, agora em 2013, foram prometidos investimentos do governo federal, na ordem de 2 bilhões, em Marajó e região do baixo-Tocantins. Ora, o Plano Marajó já havia sido incluído no orçamento da União e deveria ter sido concluído até 2011. O que aconteceu?
Os paraenses estão cansados de embromação. Cansados de serem usados pelas máquinas de propaganda com promessas e mais promessas sem nenhuma consequência prática. E para piorar, logo depois vem a notícia de que o Ministério da Integração vai investir apenas 23 milhões em Marajó, na construção de sistema simplificado de abastecimento de água, e na fomentação de cadeias produtivas de açaí, leite de búfala e mandioca. Ora, faça-me o favor! O Poder Executivo tem trinta dias para responder à minha solicitação. Dependendo da resposta, posso pedir a intervenção do Ministério Público Federal para cobrar responsabilidades das autoridades governamentais
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segunda-feira, 29 de abril de 2013
quarta-feira, 11 de julho de 2012
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| Paulo Celso Villas-Boas |
Seguindo as denuncias sobre o povo Marajoara, conclamamos para apoiarem e assinarem nossa Petição Pública.
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A Fundação VILLAS-BÔAS – INSTITUTO ECONÔMICO SOCIAL E SUSTENTAVEL DO BRASIL chama o povo brasileiro para levar ao Palácio do Planalto as demandas não cumpridas do Plano de Desenvolvimento Territorial Sustentável do Arquipélago do Marajó. (PDTSAM)
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