quinta-feira, 5 de setembro de 2013

PORTEL DISCUTE O PLANO DE USO DOS RECURSOS NATURAIS

A belíssima Portel (foto: Idinor Ferreira)
O município de Portel recebe, entre os dias 6 e 12 deste mês, as assembleias gerais para aprovação do documento de Planos de Uso dos recursos naturais nas glebas públicas estaduais do município - Alto Camarapi, Acangatá, Jacaré-Puru e Acutipereira. O documento vem sendo elaborado pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal do Estado do Pará (Ideflor), juntamente com as comunidades, para a proteção da fauna e flora, buscando contribuir para o desenvolvimento sustentável de Portel. A ação faz parte do Plano de Desenvolvimento Local de Portel (PDL Portel), projeto que é desenvolvido pelo Ideflor e vai beneficiar cerca de 1.500 famílias no município. “O PDL Portel busca promover o ordenamento fundiário e ambiental, com incremento de renda e uso sustentável da floresta, por meio de Sistemas Agroflorestais (SAFs) e com a implantação dos planos de manejo comunitário naquele município”, explica Daniel Francez, técnico do Ideflor e coordenador do projeto.
As glebas totalizam 272 mil hectares e foram destinadas ao uso sustentável por povos, comunidades tradicionais e agricultores familiares (PCTAF), por meio do Decreto nº 579, de 30 de outubro de 2012, que assegurou a afetação das áreas para o desenvolvimento do PDL, além de reservar cerca de 500 mil hectares para fins de ordenamento fundiário e ambiental.
O PDL Portel vem trabalhando em cima do decreto que permite a criação dos planos de manejo florestal comunitário. “Após a aprovação dos planos de uso dos territórios, serão feitos os planos de manejo e implantação de SAFs nas comunidades e o Iterpa fará os cadastros das famílias”, conta Francez. Na ocasião, a própria comunidade poderá contribuir com as regras que serão destinadas às atividades de caça, pesca, agricultura, extrativismo, moradia e limites de respeito, monitoradas pela comissão de plano de uso da comunidade.
A ação contará com a participação de todas as pessoas interessadas no desenvolvimento sustentável do Marajó, em especial no município de Portel. As reuniões serão realizadas pelo Ideflor em parceria com o Instituto de Terras do Pará (Iterpa), Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Procuradoria Geral do Estado do Pará (PGE), Ministério Público do Estado do Pará (MPE), Prefeitura de Portel e Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Portel.

Fonte: Agência
Pará

terça-feira, 3 de setembro de 2013

AVIÃO QUE IA PARA PORTEL CAI EM BELÉM

Um avião CESSNA 206 da Empresa TÀXI AÈREO DOURADO,  que ia para o municipio de Portel, no Marajó, caiu agora há pouco às proximidades da Estrada da Ceasa, em Belém.
O avião transportava valores e dois guardas da empresa PROSSEGUR, que faziam a escolta armada.
Após a queda, o pequeno monomotor que estava com tanque cheio, esplodiu, carbonizando as vítimas.
As vítimas foram identificas como comandante Joaquim Calixto e os passageiros Anderson de Oliveira Conceição e Rosivaldo Rabelo Castro, que são seguranças da empresa Prosegur Vigilância e Transporte de Valores.

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PORTEL: UM PACTO PELA VIDA


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

CARAVANA PROPAZ DEIXA PONTA DE PEDRAS E COMEÇA ATENDIMENTO HOJE (02) EM MUANÁ

A Caravana Pro Paz Cidadania deixou neste sábado (31) o município de Ponta de Pedras, no Arquipélago do Marajó, onde esteve por dois dias. Apenas no último dia de trabalho foram mais de 2,1 mil atendimentos nas áreas de saúde; de cidadania, com emissão de documentos - 365 Carteiras de Identidade, 363 CPFs, 188 Carteiras de Trabalho e 261 Certidões de Nascimento, incluindo 549 fotografias, e na área jurídica, com 136 atendimentos.
Esta foi a segunda ação do Pro Paz em Ponta de Pedras – terceira das 11 cidades marajoaras que receberam o mutirão – somente neste ano. A primeira foi a Caravana Oftalmológica, que passou pela cidade em julho, quando registrou cerca de mil cirurgias de correção de catarata e pterígio (carne crescida).
A Caravana oferece atendimento médico nas especialidades de Clínica Geral, Pediatria, Ginecologia, Cardiologia, Neurologia, Endocrinologia, Reumatologia, Urologia e Dermatologia, e exames como eletrocardiograma, preventivo do câncer de colo do útero (PCCU); HIV e Hepatite (testes rápidos); sífilis e PSA (este auxiliar na detecção de alterações na próstata), além de laboratório de análises clínicas.

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sábado, 31 de agosto de 2013

IRMÃO DO PREFEITO DE SANTA CRUZ DO ARARI ASSUME CULPA PELA CAPTURA DOS CÃES

O irmão do prefeito de Santa Cruz do Arari, Marcelo Pamplona /PT (foto)), prestou depoimento nesta sexta-feira (30), no Ministério Público do Estado (MPE). Luis Carlos Beltrão Pamplona foi ouvido pelo procurador de Justiça Nelson Pereira Medrado e pela promotora de Justiça Jeanne Maria Farias de Oliveira. O MPE informou que ele assumiu toda a responsabilidade pela captura e envio de 100 cães à região do Francês, na Ilha do Marajó, e que utilizou a infraestrutura da prefeitura para a ação.
De acordo com o MP, Luis Carlos informou que os cachorros foram enviados para a localidade em forma de doação, conforme pedido de um morador daquela região. O pedido para que os cães fossem doados, segundo Luis Pamplona, teria sido feito por escrito. O MP informou ainda que o irmão do prefeito disse que o município estava com superpopulação de cães e colocava em risco a saúde da população.
Ainda no depoimento, o MP disse que Luis negou que os animais tenham sofrido maus tratos e que os métodos de captura utilizados são tradicionais no município. Ele teria ainda creditado a popularização do assunto a uma trama de inimigos do prefeito.
O depoimento do prefeito Marcelo Pamplona foi remarcado pelo MP para quarta-feira (4), na sede do órgão em Belém.

Entenda o caso

A população de Santa Cruz do Arari, na Ilha do Marajó, denunciou à caça a cães que teria sido instituída pelo prefeito Marcelo Pamplona (PT). Segundo os moradores, a prefeitura pagou por cães e cadelas, e os animais apreendidos teriam sido mortos.
Na época, o prefeito reconhece que fez a captura dos cachorros, mas nega que tenha matado os animais: segundo ele, os bichos foram levados para a zona rual do município, já que estariam causando a proliferação de doenças na cidade.
Vídeos registraram cachorros sendo laçados por crianças e levados até canoas, onde foram amontoados no porão da embarcação. Amarrados, os animais aparecem com diversos ferimentos. As imagens mostram ainda vários animais mortos abandonados no rio da cidade.
A Delegacia de Meio Ambiente (Dema), da Polícia Civil, abriu inquérito para apurar o caso. O Ministério Público Estadual (MPE) também instaurou inquérito civil para investigar as denúncias. No documento, assinado pela promotora Jeanne Maria Farias de Oliveira, uma análise preliminar de imagens onde os cães aparecem amarrados e alojados dentro de um barco, podem configurar crueldade com animais, conduta passível de responsabilização civil e criminal.

Fonte: G1

SSBV: PARCERIA FORTALECE A ARTE E A CULTURA NO MARAJÓ

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