sexta-feira, 20 de setembro de 2013

IDEFLOR OFERECE OFICINA SOBRE "MERCADO DA FLORESTA E PLANO DE NEGÓCIOS" EM PORTEL

Para informar e capacitar as lideranças das glebas públicas estaduais do município de Portel sobre o valor da floresta, o Instituto de Desenvolvimento Florestal do Estado do Pará (Ideflor) e o Instituto Floresta Tropical (IFT) realizarão, neste final de semana, 21 e 22, na Escola Abel Figueiredo, a oficina Mercado da Floresta e Plano de Negócios.
A ação faz parte do Plano de Desenvolvimento Local de Portel (PDL Portel), projeto que é desenvolvido pelo Ideflor e busca contribuir com o desenvolvimento sustentável de povos, comunidades tradicionais e agricultores familiares (PCTAFs) localizados nas glebas, por meio do ordenamento fundiário e ambiental e incremento de renda, por meio da implantação de Sistemas Agroflorestais (SAFs) e dos planos de uso que foram aprovados nas assembleias gerais, que ocorreram no início do mês, no município. A oficina é direcionada aos lideres comunitários das glebas Acangatá, Acutipereira, Alto Camarapi, Jacaré Puru e técnicos de organizações governamentais estaduais e municipais.
“Na oficina os participantes vão obter informação sobre o valor da floresta e como construírem um cenário para a comercialização de produtos florestais das áreas publicas de Portel”, explica Daniel Francês, coordenador do projeto. O evento contará com a parceria do Instituto Floresta Tropical (IFT), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Escritório local), Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Prefeitura de Portel e Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Portel (STTR).

Fonte: Agência Pará

SEMA/Pa AUTUA EMPRESAS MADEREIRAS NO MARAJÓ

 Madereiras de Anajás, Breves e Portel foram autuadas.

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) bloqueou e autuou a empresa Tecniflora Ltda, estabelecida em Anajás, região do Marajó, e interditou seu Plano de Manejo florestal pelo comércio e utilização de 151.819,33 metros cúbicos de madeira ilegal, advindos de áreas não autorizadas. Outras 54 empresas, de vários municípios paraenses, envolvidas na aquisição dos créditos, foram também autuadas e bloqueadas.
“Este crime ambiental é conhecido por ‘esquentamento de madeira’, que é quando uma empresa utiliza créditos florestais de uma área de manejo florestal autorizada para ‘acobertar’ madeira explorada ilegalmente de outro local, geralmente áreas de florestas exploradas sem autorização ou de desmatamento ilegais”, esclarece o titular da Sema, José Alberto Colares.
A Tecniflora, empresa que teve Plano de Manejo Florestal aprovado pela Sema e obteve uma autorização de exploração florestal com créditos de madeira, começou a ser investigada quando a Diretoria de Fiscalização da Secretaria identificou indícios de uso irregular de créditos florestais.

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BANCO DO BRASIL INAUGURA SEGUNDA (23) AGÊNCIA EM GURUPÁ

A inauguração da Agência Gurupá acontece apenas duas semanas depois da inauguração do novo prédio da Agência Canaã dos Carajás, no sudeste paraense 


A fachada da nova agência  BB no Marajó.
Na próxima segunda-feira, dia 23 de setembro, o Banco do Brasil vai inaugurar um novo ponto de atendimento no Estado do Pará: a Agência Gurupá. A nova agência vai integrar a Superintendência Regional de Santarém e é mais um prédio com instalações construídas inteiramente dentro do novo padrão de ambiência do BB: moderno, confortável e seguro. 
A população da cidade de Gurupá, no Marajó, terá à disposição, a partir do mesmo dia da inauguração, uma agência do BB para facilitar a vida de todos, estimular o crescimento das atividades produtivas locais e levar crédito, produtos e serviços de qualidade a quem precisa.
O evento de inauguração, que começará a partir das 13 horas, terá presença do Superintendente Regional do BB em Santarém, Marcos Araújo, além de autoridades do poder público municipal, representantes de instituições importantes no município e empresários da região.

Fonte: Larissa Pinto -Assessoria de Comunicação do BB.

sábado, 14 de setembro de 2013

MARAJÓ JÁ TEM COMITÊS PARA ACOMPANHAR INVESTIMENTOS NA EDUCAÇÃO

Foto: Advaldo Nobre - ASCOM/SEDUC
Os investimentos previstos pelo Pacto pela Educação do Pará no Arquipélago do Marajó, a partir de agora, contarão com o controle social. O acompanhamento será feita por dois Comitês Gestores Regionais, um para os municípios da região dos campos, e outro para aqueles localizados na região das florestas. A cerimônia de instalação dos Comitês Regionais do Pacto foi promovida nesta sexta-feira (13), no auditório do Hotel Beira Rio, em Belém. O Pacto pela Educação do Pará prevê investimentos de aproximadamente R$ 1 bilhão, até 2017, por meio de uma operação de crédito, que está em fase de assinatura de contrato.
O Comitê será responsável, entre outras ações, pelo acompanhamento da implementação de programas e projetos do Pacto nas escolas estaduais localizadas na região, e identificação de pontos de atenção, mantendo comunicação direta com o Comitê Estadual do Pacto. O Comitê acompanhará os investimentos previstos no Pacto nos 16 municípios do Marajó: Afuá, Anajás, Breves, Bagre, Cachoeira do Arari, Chaves, Curralinho, Gurupá, Melgaço, Muaná, Ponta de Pedras, Portel, São Sebastião da Boa Vista, Salvaterra, Santa Cruz do Arari e Soure. São cerca de 40 escolas estaduais no Marajó.

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PROJETO PDL/PORTEL É APROVADO POR MORADORES DE GLEBAS

Comunidades das glebas públicas estaduais do município de Portel, no Arquipélago do Marajó, aprovaram em assembleias gerais os planos de uso do Plano de Desenvolvimento Local do Município de Portel (PDL Portel), projeto do governo do Estado coordenado pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal do Pará (Ideflor). As assembleias foram realizadas nas comunidades das glebas Alto-Camarapi, no dia 06 de setembro; Acangatá, no dia 8; Jacará-Puru, no dia 10, e em Acutipereira, no dia 12 (quinta-feira), com a participação de representantes da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Escritório local), Instituto de Terras do Pará (Iterpa), Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e outras instituições.
Durante as assembléias, os comunitários puderam expor suas dificuldades para desenvolver as atividades de caça, pesca, agricultura e extrativismo, e aprovar o documento final do plano de uso, que orienta e regulamenta a forma adequada para a utilização dos recursos naturais, conforme a cultura local, garantindo o uso sustentável.
O plano de uso é fruto dos debates nas oficinas realizadas nas comunidades, pelo projeto PDL Portel, que desde 2011 vem sendo desenvolvido em parceria com a Prefeitura local e do Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Portel (STTR).

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SSBV: PARCERIA FORTALECE A ARTE E A CULTURA NO MARAJÓ

Cultura de São Sebastião da Boa Vista inspira coleção de acessórios de moda do coletivo Arte em Fibra de Jupati  O dia a dia no belo e dive...