quarta-feira, 16 de novembro de 2016

EMATER E EMBRAPA DEBATEM IMPLANTAÇÃO DO "ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO AÇAÍ" NO PARÁ

Técnicos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater-Pará) começaram a analisar, durante reunião realizada nesta quarta-feira (16), a proposta de implantação do Arranjo Produtivo Local do Açaí (Aplaçaí) no Pará. O encontro foi no Escritório Central da Emater, em Marituba.

Na reunião foram apresentadas três regiões de Arranjos Produtivos Locais do Açaí: Arranjo Marajó, Nordeste Paraense e Tocantins. No primeiro, cinco municípios estão inseridos (Breves, Curralinho, Muaná, Ponta de Pedras e São Sebastião da Boa Vista). No Nordeste Paraense, seis municípios fazem parte (Castanhal, Igarapé-Açu, Inhangapi, Paragominas, São Miguel do Guamá e Tomé-Açu). E no Arranjo Tocantins, cinco cidades foram selecionadas (Abaetetuba, Igarapé-Miri, Cametá, Limoeiro do Ajuru e Oeiras do Pará).
 O nivelamento das ações das duas empresas relativas impulsiona outros importantes projetos complementares, nas áreas de pesquisas e conhecimento, que auxiliam a proposta de sustentabilidade socioeconômica e ambiental dos empreendimentos que envolvem os produtores de açaí.
 Nesse cenário, encontram-se mais de 13 mil pequenos proprietários ribeirinhos, mais de 15 mil batedores artesanais, agroindústrias locais e exportadoras, entre outros elementos ativos da cadeia produtiva. Tais atividades agregam para a agricultura familiar oportunidades de geração de renda por meio do fruto durante todo o ano, seja comercializando a matéria-prima do açaizeiro, ou mesmo os subprodutos.
 O desafio inicial do projeto será a implantação de um portal que apresentará informações sistematizadas sobre mercado e relações socioeconômicas entre os diferentes agentes que atuam na cadeia produtiva para disponibilizá-las a todos os interessados. Pela Embrapa, lidera o projeto Alberto Willian Viana de Castro. Já pela Emater, quem está à frente é o diretor-técnico Rosival Possidônio.

Fonte: Agência Pará

terça-feira, 15 de novembro de 2016

PIRATAS ROUBAM E AGRIDEM RIBEIRINHOS

Quatro homens armados assaltaram uma família ribeirinha, na região das Ilhas de Belém
Meus pais mudaram de Belém em busca de um lugar tranquilo para viver”, conta a jornalista Josiele Soeiro, 28, em sinal de desabafo sobre o que aconteceu com os familiares na noite do último domingo (13). Os pais dela foram vítimas de 4 assaltantes armados, um seria menor de idade. Todos estão foragidos. O casal mora na Ilha do Maracujá, na região administrativa de Belém, uma localidade, até então, considerada amena por eles, mas que já não é mais tão calma como se pode imaginar.
 “Os assaltantes invadiram a casa, os machucaram, humilharam e assaltaram”, descreve Josiele que, somente ontem (14), pôde registrar o Boletim de Ocorrência na Delegacia de Polícia Fluvial, que vai investigar o caso. Também na tarde de ontem, outra família ribeirinha procurou pela Polícia Fluvial para registrar que foi vítima de 4 assaltantes armados que invadiram a casa onde moram, na região das ilhas. A família teve seus pertences roubados e foi agredida, ou seja, dois crimes com as mesmas características e que já começa a assustar a população ribeirinha da capital paraense.
 O pai de Josiele tem 59 anos de idade, é feirante, e a mãe tem 57 anos. Os dois tiveram os nomes preservados, porque estão com medo de que os bandidos possam voltar e matá-los. A mãe nasceu na ilha e nunca havia passado por uma situação como esta. Abalada, quando ouve o ruído do motor de qualquer embarcação próximo de sua casa, entra em pânico.

 RELATO
 Os pais de Josiele já estavam dormindo quando, pouco depois das 23h30, acordaram com a ação brutal dos suspeitos que adentraram a casa derrubando a porta da frente. “Eles amarraram os meus pais, procuravam por dinheiro e armas, mas não temos isso em casa”, relatou Josiele. “Eles reviraram a casa toda, então começaram a agredir os meus pais”, acrescentou.
 Mesmo sem encontrar dinheiro e armas, os assaltantes roubaram os aparelhos de televisão e de som, roupas, tênis e também a lancha do casal – até então, o item de maior valor que foi roubado. “Um dos suspeitos ainda chegava a debochar, dizendo que nada ia pegar para ele, porque era menor de idade”, exclamou a jornalista.

 INVESTIGAÇÃO -
Na Delegacia de Polícia Fluvial, policiais civis que estavam de serviço confirmaram para a reportagem do DIÁRIO que a denúncia havia sido registrada e que as investigações já estão em andamento. - A polícia suspeita que o caso relatado pela jornalista Josiele Soeiro se trate de um grupo de piratas que começou a assaltar não somente embarcações, mas também ribeirinhos.

 (Denilson D’Almeida/Diário do Pará)

sábado, 12 de novembro de 2016

GURUPÁ: POLÍCIA INVESTIGA CRIMES COMETIDOS NAS REDES SOCIAIS

Equipamentos eletrônicos apreendidos.
A Polícia Civil instaurou inquérito policial para investigar denúncias de "cyberbullying", crime cometido por meio de redes sociais, no município de Gurupá, no arquipélago do Marajó no Pará. Moradores da cidade tiveram fotos pessoais usadas indevidamente em montagens, conhecidas como "memes", e divulgadas por meio de grupos de WhatsApp e em páginas no Facebook. Dois dois suspeitos de serem os autores das montagens foram conduzidos coercitivamente por ordem judicial para prestar depoimento, nesta sexta-feira, (11), na Delegacia do município. Com eles, foram apreendidos nove aparelhos de telefonia móvel, um tablet e sete dispositivos eletrônicos tipo pendrive, além de três computadores portáteis tipo notebook, e um monitor.
Os objetos apreendidos serão periciados para apurar se foram usados nas postagens. Segundo o delegado titular da Polícia Civil de Gurupá, Geraldo Pimenta, a investigação teve início depois que três mulheres, que moram na cidade, procuraram a Delegacia para fazer a denúncia do crime cometido por meio de redes sociais. Elas mostraram ao policial civil os "prints" das montagens postadas em que suas imagens, que estavam postadas em páginas pessoais no Facebook, foram usadas indevidamente em memes do tipo "expectativa x realidade", em que duas fotos eram postadas lado a lado para serem comparadas.
Em uma das fotos, em que estava a palavra "expectativa", foram usadas fotos de "belas mulheres " em propagandas de festas de música eletrônica, do tipo "rave", expostas na internet, e ao lado na montagem, foi usada uma foto em que as três moradoras da cidade aparecem em um evento ocorrido no município, com a palavra "realidade". Os memes foram compartilhados em redes sociais e em grupos de WhatsApp de moradores da cidade, até chegarem ao conhecimento das vítimas. "As montagens tinham como objetivo causar constrangimento às pessoas", relata o policial civil.
Ainda, de acordo com o delegado, com base nas investigações, os dois suspeitos foram identificados e tiveram os mandados de condução coercitiva expedidos pela Justiça de Gurupá para serem ouvidos no inquérito policial. Em depoimento, os suspeitos negaram a autoria das montagens, mas admitiram que receberam os memes em um grupo de WhatsApp e compartilharam as montagens em outros grupos. Após os depoimentos, os suspeitos foram liberados. Outras duas pessoas são investigadas sob suspeita de estarem envolvidas no crime virtual. A Polícia Civil alerta que é crime fazer montagens ou compartilhar imagens de pessoas de forma indevida nas redes sociais.

 (Com informações da PC)

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

ALIMENTOS "EMBUTIDOS" PODEM SER PROIBIDOS EM ESCOLAS ESTADUAIS

Os alimentos comercializados como salsichas, linguiças, salames, mortadelas e chouriços, produzidos pelo enchimento de tripas de animais ou artificiais com recheio a base de carne, vísceras, gordura, sangue, especiarias ou ingredientes como conservantes e aromatizantes devem ser proibidos nos cardápios da merenda de escolas e creches da rede pública de ensino estadual. A proibição vem pelo Projeto de Lei apresentado pelo deputado Chicão que prevê a proibição de oferta de alimentos “embutidos” para os estudantes, inclusive, no comércio de lanches e refeições e também em festividades organizadas nas instalações das escolas.
 O objetivo do deputado é a promoção da saúde de crianças matriculadas em escolas e creches da rede pública estadual, ao vedar o consumo desses produtos embutidos que são ricos em colesterol, gordura animal, cloreto de sódio e vários agentes químicos conservantes, antioxidantes, aromatizantes, entre outros, que estão associados fortemente ao desenvolvimento da obesidade infantil, redução da expectativa de vida, aumentando a incidência de doenças coronárias, diabetes e outras doenças.
 A desobediência à Lei, segundo o projeto, prevê a apreensão do material, multa e até a cassação da licença de funcionamento de empresas fornecedoras e operadoras de cozinha e lanchonetes.
O deputado Chicão solicita ainda que o Poder Executivo faça ampla campanha entre professores, estudantes e funcionários das escolas para alertar sobre os males causados pelos alimentos embutidos.

Fonte: ALEPA

terça-feira, 8 de novembro de 2016

REPATRIAÇÃO DE RECURSOS DO EXTERIOR AINDA DEPENDE DO PROCURADOR-GERAL RODRIGO JANOT

Em maio, o PPS entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a lei de repatriação de divisas. Agora, a medida depende da análise da Procuradoria Geral da República. De acordo com a coluna Radar Online, o procurador Rodrigo Janot mantém, desde então, silêncio absoluto sobre o caso.
 Para piorar, ainda segundo a coluna, Janot tem precedente de restrição à repatriação. Em setembro, o Solidariedade entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade para que famílias de políticos não fossem beneficiadas pela anistia. E o procurador atendeu ao pedido do partido em apenas três semanas.
Segundo a CNM, a repatriação vai render aos cofres dos municípios marajoaras aproximadamente R$ 16 milhões.  leia AQUI

Fonte: Bahia Noticias

domingo, 6 de novembro de 2016

GRUPAMENTO FLUVIAL APREENDE MAIS DE 40 MIL LITROS DE DIESEL EM MUANÁ

Os mais de 40 mil litros de óleo diesel que haviam sido roubados de uma balsa da Petrobras estavam acondicionados em tambores. 

 No último sábado (5), integrantes do Grupamento Fluvial, formado por policiais civis e militares, recuperaram em Muaná, região do Marajó,mais de 40 mil litros de óleo diesel que haviam sido roubados de uma balsa da Petrobras. O combustível estava acondicionado em tambores. Também foram recuperados motores e objetos. Todo material está avaliado em mais de R$ 200 mil.
 Na ação do GFlu foram apreendidos, ainda, dois barcos que, segundo o diretor do Grupamento, Dilermando Dantas, eram utilizados nos assaltos praticados por “piratas”.
 Os policiais levaram quatro dias até chegar ao local onde os produtos estavam escondidos. “Até o momento não localizamos nenhum dos responsável pelos assaltos, mas boa parte dos piratas já foi identificada", informou o delegado. Ainda segundo Dantas, os procedimentos já foram tombados na delegacia de Afuá, onde também foram tomados os depoimentos de duas pessoas envolvidas na receptação de parte do óleo roubado do ferryboat “Ana Beatriz”, no dia 22 do mês passado.
 Ainda de acordo com o GFlu, todo o material recuperado foi encontrado em um igarapé no rio Bento, que desemboca na Baía do Vieira, já no Rio Amazonas. O local fica a uma hora de lancha da cidade de Macapá. Um motor foi encontrado já dentro de uma oficina.
Todo óleo e restante do material recuperado já está a caminho de Belém e sendo transportado por uma balsa que presta serviço à Petrobras. Os barcos usados nos assaltos também seguem para a capital. Eles estavam em um igarapé com alguns tambores a bordo. Bem próximo de lá foram encontrados coletes pertencentes à balsa, além de bombas de óleo, mangueiras e outros materiais.
Parte do combustível estava escondido no meio de vegetações. Uma lancha do Grupamento Fluvial está fazendo a escolta do produtos apreendidos até a capital paraense, que ficarão inicialmente na sede do GFlu.

Fonte: Agência Pará

MARAJÓ RECEBERÁ MAIS DE R$16 MILHÕES DA REPATRIAÇÃO DE RECURSOS DO EXTERIOR

O montante para os 16 municípios marajoaras é de R$ 16.314.220,68.  

A Receita Federal informou nesta terça-feira, 1.º de novembro, que o programa de regularização de ativos no exterior, também conhecido como repatrição de recursos, trouxe de volta à economia brasileira R$ 169,9 bilhões. Desse total, foram arrecadados R$ 50,9 bilhões, referentes ao Imposto de Renda (IR) e multa da formalização dos valores.
 A Confederação Nacional de Municípios (CNM) explica que o valor repatriado é diferente do valor arrecadado. O primeiro refere-se ao montante declarado pelo contribuinte ao governo federal, e portanto, trazido ao Brasil. Já o valor arrecadado é o valor obtido pelo governo com a aplicação das devidas multas.
 A partilha dos valores do IR respeitam os percentuais do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e, por isso, os Municípios receberão 22,5% desse valor, o que equivale a R$ 5,726 bilhões. Um pequeno montante de R$ 332 milhões de repatriação já foi pago no último decêndio de outubro. A expectativa é de que os valores restantes sejam repassados às prefeituras até o segundo decêndio de novembro, juntamente aos valores normais repassados de FPM.
Leia a matéria completa  AQUI

Veja quanto cada município receberá



Fonte : CNM

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