segunda-feira, 24 de abril de 2017

POLÍCIA PRENDE ACUSADOS DE SEREM OS MENTORES DO ATAQUE AO B/M OLIVEIRA NOBRE

No início da tarde desta segunda-feira, 24, policiais civis prenderam Josiel Chaves da Cruz, o “Josi” e Rodrigo Chaves da Cruz, conhecido por “Janeirão”. A dupla foi presa no bairro Parque Guajará, no distrito de Icoaraci, em Belém. Os dois são acusados de serem os mentores do latrocínio ocorrido na embarcação “Oliveira Nobre”, na madrugada do dia 11 de junho de 2016. O transporte seguia de São Sebastião da Boa Vista, na ilha do Marajó, para a capital paraense. No assalto, o dono da embarcação, Moisés Lira Pantoja, de 48 anos, acabou morrendo no momento da abordagem dos piratas.
 De acordo com o diretor do Grupamento Fluvial da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), delegado Dilermando Dantas, os dois homens fazem parte de uma quadrilha com atuação no Marajó. “Já tínhamos a preventiva e aí tentamos prendê-los no Marajó, mas só conseguimos aqui em Belém”, disse. O delegado Arthur Braga está à frente das investigações. Ainda em 2016, policiais do Gflu prenderam quatro integrantes da mesma quadrilha da qual fazem parte “Josi” e “Janeirão”.
 Durante os depoimentos, já na sede do Grupamento Fluvial, Josiel e Rodrigo negaram a participação no latrocínio, contudo o delegado Arthur Braga afirma que existem provas evidentes do envolvimento dos dois criminosos. “Eles negaram, mas encontramos a voadeira utilizada no assalto na casa de Josiel, em Muaná”, contou Braga.
 O caso - O assalto ocorreu no dia 11 de junho, na vila da Ponta Negra, em Muaná. Os bandidos abordaram a embarcação “Oliveira Nobre” de forma violenta. Eles fugiram levando pertences dos passageiros e as câmeras de segurança da embarcação. Duas lanchas com quatro ocupantes cada renderam a tripulação e os passageiros. O proprietário da embarcação foi atingido por um dos tiros ao deixar sua cabine. Piratas estavam com rosto coberto e após o ataque fugiram no sentido do Rio Capim.

Fonte: AGPA

domingo, 23 de abril de 2017

SSBV: PREFEITURA ABANDONA CEMITÉRIO MUNICIPAL

Desde o início da atual gestão o blog vem recebendo diversas denuncias de pessoas que têm familiares e amigos sepultados no Cemitério Municipal de São Sebastião da Boa Vista.
Assim como o resto da cidade, o Campo Santo também não tem recebido a atenção devida por parte da administração municipal.
De acordo com o denunciante, que por razões óbvias vou preservar o nome, o poder público tem tratado com descaso o espaço.
"Além do mato que toma conta de todo o cemitério, a falta de vigias tem oportunizado o arrombamento de algumas sepulturas e catacumbas", relata o denunciante.
Os cemitérios municipais fazem parte do patrimônio histórico de uma cidade e precisam receber atenção especial por parte do poder público.

veja abaixo algumas fotos que retratam o descaso:















sexta-feira, 21 de abril de 2017

SSBV: CRIANÇA ATINGE O TÓRAX APÓS CAIR EM MADEIRA

Foto: Policia Militar
Uma criança de três anos foi transferida para o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua, Região Metropolitana de Belém, na madrugada desta sexta-feira (21), após sofrer um grave acidente.
 A criança caiu em cima de um pedaço de madeira, atingindo o seu tórax, na noite de quinta-feira (20). O caso aconteceu no município de São Sebastião da Boa Vista, no Marajó.
 A vítima, que é filha de um sargento da Polícia Militar, foi transferida de helicóptero pela tripulação do Guardião 05, devido estar em estado grave. De acordo com informações da Polícia Militar, divulgadas na manhã de hoje, a criança passa bem.
 O Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE) informou, através de nota, que o estado de saúde da criança é considerado estável.

Fonte: DOL

quarta-feira, 19 de abril de 2017

TCM: PRAZO PARA PREFEITOS E PRESIDENTES DE CÂMARAS ASSINAREM O TAG DA TRANSPARÊNCIA TERMINA DIA 30/04

Municípios que não cumprirem a Lei de Acesso à Informação (LAI) poderão ter problemas com suas prestações de contas junto ao Tribunal de Contas dos Municípios do Estado do Pará (TCM-PA) e estarão passíveis de procedimentos por parte do Ministério Público Estadual (MPE). O alerta é do presidente do TCM-PA, conselheiro Daniel Lavareda, que orienta os prefeitos e presidentes de câmaras ordenadores de despesas a aproveitarem a oportunidade que o Tribunal e o Ministério Público estão oferecendo, de cumprirem a LAI, de forma facilitada, por meio de Termos de Ajustamento de Gestão (TAG), que deverão ser assinados até o próximo dia 30/04.
O último levantamento feito pela Diretoria de Planejamento (DIPLAN/TCM-PA) apontou que dos 288 gestores municipais, 50 assinaram o TAG, faltando ainda 238. Os prefeitos e presidentes de câmaras, responsáveis pelos exercícios de 2017 e 2018, foram notificados pelo TCM-PA, por meio da Resolução Administrativa Nº 17/2017/TCM-PA, de que devem comparecer ao Tribunal até o próximo dia 30/04, com o objetivo de celebrar o TAG, com vistas ao cumprimento, por etapas, da LAI, que instituiu a obrigatoriedade de criação e manutenção de Portais da Transparência em todos os municípios.
O presidente do TCM-PA, conselheiro Daniel Lavareda destaca que os Portais da Transparência são instrumentos que possibilitam o pleno exercício do controle social, junto aos órgãos da administração pública, em suas diversas esferas. Ele esclarece que a adesão ao TAG será realizada exclusivamente pelo ordenador responsável, sendo vedada sua representação por terceiros, por envolver responsabilidade e penalidades de caráter personalíssimo.

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terça-feira, 18 de abril de 2017

SALVATERRA: PROMOTORIA VERIFICA DE PERTO ATUAÇÃO DO CONSELHO TUTELAR

O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), através do promotor de Justiça de Salvaterra, José Ilton Lima Moreira Júnior, realizou nesta segunda-feira (17), fiscalização no Conselho Tutelar (CT) do município.
José Ilton destacou que o objetivo da fiscalização é verificar de perto a atuação do CT, bem como traçar metas de reintegração da rede de proteção à criança e ao adolescente no município.
"É preciso melhorar o fluxograma dos atendimentos da rede, bem como priorizar o combate aos casos de abuso sexual de crianças e adolescentes", frisou o representante do MPPA.
O promotor verificou ainda a estrutura física do Conselho Tutelar, bem como explicou aos conselheiros sobre o papel do Ministério Público na defesa dos direitos da criança e do adolescente.

Texto e fotos: Promotoria de Justiça de Salvaterra
Edição: Assessoria de Comunicação

SOURE: CARNE ESTRAGADA DE MERENDA ESCOLAR É APREENDIDA

Foto: Dário Pedrosa
Na manhã de segunda-feira (17) , cerca de 800 quilos de carne imprópria para consumo foram apreendidos em Soure, na Ilha do Marajó. O produto seria distribuído para as escolas municipais da região, pelo empresário vencedor da licitação para realizar o abastecimento, junto a prefeitura de Soure. O empresário proprietário da carne apreendida é Jaci Nunes do Carmo, natural de Salvaterra, município vizinho a Soure.
No local os animais teriam sido abatidos e a carne beneficiada transportada de forma irregular em isopores e congeladeiras. Toda a carga sem o acondicionamento correto obrigatório.
 Após denúncia anônima, o chefe de operações Davison Wilker comandou a equipe de policiais civis de Soure que efetuou a abordagem ao veículo com material suspeito e o conduziu para a Depol de Soure, onde foram feitos os primeiros procedimentos.
 Uma equipe técnica da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) foi acionada para efetuar a inspeção do material e constatou que a carne já estaria imprópria para consumo, determinando a imediata incineração de todo carregamento.
 Segundo a Polícia, a carne não teria documentação, o que levanta a suspeita de ser de origem ilícita, agravando a situação do empresário que recebeu voz de prisão em flagrante e está a disposição da Justiça.
 Os lotes de carne apreendidos ainda estavam com as identificações das escolas municipais para onde seriam entregues e serviriam para a produção da merenda escolar de crianças e jovens de Soure.

Fonte: DOL

segunda-feira, 17 de abril de 2017

PORTEL: JUSTIÇA ACATA PEDIDO DO MP E OBRIGA A CELPA A CUMPRIR O CÓDIGO DO CONSUMIDOR

Através da Promotoria de Justiça de Portel, representada pelo promotor André Cavalcanti de Oliveira, o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), ajuizou no dia 22 de novembro de 2016, Ação Civil Pública com pedido de antecipação de tutela e de preceito cominatório em desfavor da empresa Centrais Elétricas do Pará (Celpa), com o objetivo de resguardar os direitos dos consumidores que procuraram o Ministério Público para apresentar reclamações e denúncias contra o comportamento abusivo da empresa. A Justiça acatou os pedidos do MPPA no último dia 7 de abril.
Dentre as reclamações dos consumidores estão: o fechamento do escritório da Celpa no Município; a aplicação de multa exorbitantes; cobranças indevidas e com valores elevados; cortes do fornecimento de energia sem prévia comunicação; envio atrasado das contas mensais de energia, falta de resolução das reclamações pela rede de atendimento (internet, escritório e telefone; negativa de fornecimento de número de protocolo nos atendimentos presenciais e por telefone; constantes quedas de energia; entre outras.
Após apurar as denúncias, o Ministério Público Estadual acionou a Justiça e teve seu pedido acatado pelo Juiz Jacob Arnaldo Campos Farache, que determinou que a Celpa se abstenha de suspender o fornecimento de energia de seus clientes, decorrentes de acúmulo de consumo, inadimplência relativa ao resgate de faturamento não registrado e/ou divida antiga. Ficou determinado ainda, que a Celpa fará o religamento daqueles que tiveram sua energia interrompida, bem como a retirada de nome de consumidores da restrição ao credito, como o SPC e Serasa.

O caso
A partir de provas coletadas, houve constatação de que os funcionários da Celpa escolhem aleatoriamente uma unidade consumidora, confirmam virtual irregularidade, estimam unilateralmente o termo inicial de suposta fraude, lançando-lhe um valor pecuniário, exigindo o imediato pagamento sob pena do corte no fornecimento de energia elétrica.
Durante o transcurso do Inquérito, a Promotoria de Justiça de Portel requisitou informações para a Celpa através de Oficio, especialmente quanto ao fechamento, sem prévio aviso, do único escritório de representação e atendimento, local.Posteriormente a Celpa informou que o fechamento da agência decorreria de um remodelamento no atendimento de presencial para credenciado que está em operação desde maio do ano passado.
O MPPA ainda chegou a notificar a Celpa, para que apresentasse informações sobre cada uma das reclamações dos consumidores que procuraram a Promotoria, a data e o valor de KWh verificado nos relógios de medição de cada consumidor de Portel pelas três ultimas medições físicas, bem como, o quantitativo de multas, e inspeções em unidades consumidoras realizadas no Município desde o ano de 2015. Mas a Celpa não se manifestou a respeito, mesmo tendo sido concedido prazo de trinta dias.
Em continuidade ao procedimento investigatório, foi pedido informações ao Procon/PA de Belém, a fim de apurar lesão de consumo. De igual modo, a Advocacia Geral da União junto á Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou via Oficio de que iria alertar a Celpa sobre os problemas apontados pelo Ministério Público e que a qualidade da prestação dos serviços de energia elétrica seriam monitorados.
Das reclamações formuladas ao MPPA, percebe-se habitualidade na cobrança de acumulo de consumo de vários meses, em decorrência de ausência de leitura, aumento de consumo sem justificativa e incompatível com a carga instalada, e tantos outros problemas.
De acordo com o representante do MPPA, os consumidores mais afetados pelas medidas são aqueles considerados como de baixa renda, que em sua grande maioria, possuem baixíssima escolaridade e sobrevivem em estado de penúria quase absoluta, pois são famílias que recebem de um a dois salários mínimos por mês.
“Tão logo que constatada uma suposta fraude no medido de energia elétrica, imputa-se a culpa ao consumidor, fazendo uma estimativa de quanto deixou de lucrar com a virtual irregularidade, valor esse que se não for pago pelo consumidor, impulsionará na suspensão de fornecimento do mesmo, pouco importando que seus clientes estejam com as faturas regulares e atuais ou se a irregularidade decorreu ou não de sua conduta positiva ou negativa” destacou o promotor André Cavalcanti.
E concluiu: “Não fosse isso o bastante a requerida ainda fechou durante meses a única central de atendimento presencial na cidade, sem qualquer comunicação prévia, atingindo consumidores que não tem acesso a outras fontes de atendimento como internet e telefone”.
Ainda de acordo com o promotor de Justiça, antes de efetuar desligamento de energia a Celpa deve comprovar a culpa do consumidor na irregularidade e não simplesmente presumir que este tenha cometido alguma.
Multas diárias de R$ 2 mil reais por cada unidade consumidora prejudicada foram impostas à Celpa em caso de descumprimento da decisão judicial

Fonte: MPPA

SSBV: PARCERIA FORTALECE A ARTE E A CULTURA NO MARAJÓ

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