quinta-feira, 21 de novembro de 2013

OPERAÇÃO ÁGUAS SEGURAS FISCALIZA TRANSPORTE FLUVIAL NO AMAPÁ

Diariamente diversas embarcações de Afuá, Chaves, Breves, Portel e Belém,  viajam para o Amapá.
Fiscalizar o tráfego aquaviário, a regulamentação das embarcações e realizar campanha educativa de prevenção à segurança dos que utilizam barcos como meio de transporte. Estes são os objetivos da operação Águas Seguras, realizada em ação conjunta entre Marinha do Brasil, Polícia Militar do Amapá e Corpo de Bombeiros do Amapá, no Canal das Pedrinhas, Canal do Jandiá e Igarapé das Mulheres, em Macapá. A operação ocorre nos dias 25, 26 e 27 de novembro deste ano.
De acordo com a Marinha no Amapá, desde 9 de novembro, quando as fiscalizações foram intensificadas, 915 embarcações foram vistoriadas, das quais 106 foram notificadas por alguma irregularidade e 22 apreendidas nos portos de Macapá e Santana (distante oito quilômetros da capital). “Os locais escolhidos para a operação Águas Seguras demandam atenção redobrada, pois são lugares com intenso fluxo de embarcações e difícil controle. Os trabalhos visam garantir a segurança de todos, tanto da tripulação quanto dos passageiros”, disse o comandante Mário Simões.
Segundo o comandante, a condição geográfica da Amazônia e a falta de informação dos condutores são as principais dificuldades para fiscalizar. Para minimizar um dos problemas, a Capitania dos Portos do Amapá oferece curso gratuito para quem deseja tirar habilitação e pilotar de forma segura e legal pelas águas do Estado. “A intenção não é punir, mas sim conscientizar sobre a importância de transportar cargas e passageiros de maneira responsável”.
Para ajudar evitar acidentes são necessários alguns procedimentos, como respeitar o limite de passageiros, dispor de coletes salva-vidas com fácil acesso, extintores de incêndio e ter o eixo do motor da embarcação protegido. Qualquer irregularidade que possa colocar em risco à vida pode ser denunciada por meio do Disque Segurança da Navegação: 0800-280-7200 (ligação gratuita).

Fonte: Portal Amazônia

Nenhum comentário:

Postar um comentário