
Este serviço que tem 70% das atividades nas mãos de uma só família ( Família Rebelo), não recebe nenhuma fiscalização por falta de regulação da Agência de Regulação e Controle de Serviços Públicos do Estado do Pará- ARCON.
Dentre as principais queixas de usuários, se destacam: A cartelização do preço das passagens; o não cumprimento às gratuidades; o péssimo atendimento por parte de tripulantes; banheiros sujos; preços exorbitantes nas cantinas; e o não cumprimento a horários de partida e chegada.
Alertamos para a necessidade de pressionarmos o Governo do Estado, para que através da ARCON, passe a regular o serviço, assim sendo, permitirá que outras empresas explorem o serviço, controlará o preço das passagens, fiscalizará as embarcações e garantirá gratuidade e meia-passagem à estudantes.
A ARCON hoje regula as travessias para o Camará, Soure/Salvaterra e Santa Izabel/Bujaru, mas, já está em processo para passar a regular o serviço para as cidades de Muaná e Ponta de Pedras, além de Santa Cruz/ Cachoiera do Arari.
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