
A madeireira Santa Rosa Indústria, Comércio e Beneficiamento de Madeiras Ltda, situada em Oeiras do Pará, município da região do Baixo Tocantins, foi condenada a pagar R$ 30 mil como indenização por danos morais de natureza ambiental que causou à coletividade no período de 2000 a 2007, quando explorou ilegalmente cerca de 2.500 hectares que integram a Reserva Extrativista Arioca-Pruanã, criada por decreto presidencial editado em novembro de 2005.
Segundo ação do Ministério Público Federal, foi constatado que a madeireira praticou grilagem de terras públicas ao registrar ser proprietária de um área chamada Fazenda Santa Rosa, que na verdade pertence à reserva federal. A fraude da empresa possibilitou que fosse aprovado o plano de manejo da madeireira junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
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