Doença tem queda de apenas 7% no estado; índice nacional cai mais de 50%, em 6 anos

A redução acentuada nos últimos seis anos é reflexo, principalmente, da descentralização das ações de prevenção e controle da doença, a inclusão de derivados de artemisina no tratamento dos pacientes e o atendimento em até 72 horas depois do aparecimento dos primeiros sintomas. Por outro lado, o aumento dos investimentos e a capacitação dos profissionais tem sido fundamental para a diminuição desse quadro. A publicação também destaca a redução de mortes em 70% na última década. Em 2000, foram registradas 243 mortes, contra 73 em 2010. Além disso, as internações diminuíram em mais de 60%, passando de 12.542, em 2005, para 4.920 em 2011.
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Fonte: O Liberal (ORM)
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