domingo, 16 de abril de 2017

GURUPÁ: BALSA DA BERTOLINI É ATACADA POR PIRATAS

Foto: Internet.
Uma embarcação da empresa Bertolini foi atacada por piratas de rio, no trecho conhecido como Ponta do Arutai, quando fazia viagem na rota entre a Cidade de Breves a Gurupá, no estado do Pará. Os bandidos, encapuzados, chegaram rapidamente e atirando, renderam de imediato o capitão Fluvial Sr. Etelvino Zideiros Bispo e em seguida trancaram toda a tripulação na sala de descanso do empurrador, tomando o controle do rebocador e balsas, ficando apenas um funcionário da Bertolini o Sr. José Carlos Salustiano, que foi obrigado pelos bandidos a conduzir a embarcação sob a mira de um revolver.

Atento Boiadeiro
 A segunda ação dos piratas foi chamar o restante dos piratas através do rádio VHF canal VI com o seguinte código: “Atento Boiadeiro”, logo em seguida encostou uma embarcação de grande porte para executarem o saque.
 A embarcação ficou em posse dos piratas mais de 10h, desde o início do ataque que foi as 18h da quinta-feita (13), e só foram liberar na manhã de sexta (14) as 9hs. Depois de fazerem a limpa, arrombando todos os camarotes e compartimentos, roubando todos os objetos pessoais da tripulação, celulares, roupas, mochilas, dinheiro e saquearem todos os equipamento da embarcação, equipamentos eletrônicos, eletroeletrônicos e todo os estoque de alimentação e rancho.
 Na terceira ação, após a limpa em tudo e em todos, os bandidos roubaram mais de 11 mil litros de óleo diesel, deixando uma pequena quantidade o qual daria apenas para concluir o plano de ataque.

A ordem
 Na quarta ação, os piratas sabiam exatamente onde liberar, foi exatamente no trecho conhecido como Ilha do Urucuricaia, que os piratas deixaram os tripulantes, sem comunicação e pouco combustível, e deram a ordem para não parar na cidade de Gurupá, que os mesmo deveriam passar direto, para que isso fosse feito, os piratas seguiram escoltando para que a ordem fossem cumprida. Após passar de Gurupá, os tripulantes ficaram sem combustível, sem comunicação e comida, foram obrigados a abandonar as balsas e chegar até a cidade de Almeirim.

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Fonte: Portal Obidense.

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