
“Nossos projetos direcionam o manejo sustentável dos açaizais, com o aproveitamento de essências florestais já existentes, como andiroba e ucuúba, ou mesmo o replantio delas. A idéia é preservar o ecossistema original e enriquecer a nutrição e outros aspectos das palmeiras de açaí”, explica a chefe do escritório local da Emater, a técnica em agropecuária Bruna Paula Santos.
Também pescadoras artesanais, as famílias, atendidas pela Emater em média há dez anos, costumavam desmatar as áreas onde se localizam os açaizeiros, transformando a paisagem em monocultura. A presença de demais espécies, porém, não só mantém a saúde do solo, como protege o açaí de pragas e doenças - que, na ausência de outras árvores, às vezes seu habitat típico, acabam migrando para as palmeiras.
As famílias agora beneficiadas representam três comunidades: Santa Izabel e Boa Esperança, às margens do rio Guajará, e Rio Pracaúba Grande. O contrato individual do Pronaf Floresta diz respeito a três hectares. O dinheiro será usado na limpeza da área, desbaste das toiceiras e compra de equipamentos, como bota, lona e basqueta (recipiente).
Fonte: Agência Pará
Tomara que essas pessoas beneficiadas, mande uma porcentagem do açai apanhado pra cidade. não mande tudo pra fora. O açai está muito caro, tem que abaixar mais o preço.
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