quinta-feira, 29 de setembro de 2011
70 MIL MOTIVOS PRA CONTINUAR
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
AMAM: BAGRE E PONTA DE PEDRAS DEIXAM A ENTIDADE
MANIFESTAÇÃO EM MELGAÇO
BALSA ARCA DA ALIANÇA: MAIS UM ASSALTANTE É PRESO

Neste último crime, foi morta com um tiro a universitária Rafaelen Sousa Cavalcante, 20 anos. O preso, contudo, negou ser o autor do disparo. Também foram conduzidos à Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), da qual faz parte a Delegacia, Silvio de Jesus Ferreira, 24 anos, irmão de “Sniff”, e a companheira do acusado, Liciane Freitas Barbosa, 21 anos.
Silvio vai responder por receptação culposa, pois na casa dele, no bairro do Barreiro, foi apreendido um celular roubado durante o assalto à balsa “Arca da Aliança de Anajás”. Já Liciane foi qualificada como testemunha e liberada. Na DRCO, a equipe da Delegacia de Crimes Fluviais descobriu que Silvio Ferreira tem mandado de prisão preventiva decretado pela Comarca de Ponta de Pedras por tentativa de homicídio qualificado. Assim, ele ficará preso na DRCO à disposição da Justiça.
Sob a coordenação do delegado Samuelson Igaki, titular da Delegacia de Crimes Fluviais, os policiais civis tomaram conhecimento de que Sirval pretendia fugir para Ponta de Pedras. A equipe foi ao trapiche de Icoaraci, onde prendeu o acusado, que já estava em uma embarcação pronto para viajar. Ao delegado, o preso admitiu que pretendia fugir, pois desconfiava que estava sendo investigado, já que é foragido de Justiça. Ele chegou a ser preso em flagrante, em julho de 2009, por tentativa de roubo, mas fugiu três dias depois da Seccional Urbana do Comércio.
Após fugir, ele passou a se identificar com o nome de outro irmão, Samuel de Jesus Ferreira, de apelido “Muca”. Após a prisão dele, em Icoaraci, a equipe policial foi até a casa de Silvio Ferreira, na área do canal do Jacaré, bairro do Barreiro, onde foi encontrado um celular roubado. Em seguida, os policiais foram até a casa de Sirval, no bairro do Aurá, em Ananindeua, na Grande Belém, onde apreenderam diversos objetos roubados em assaltos a embarcações, como bijuterias, celulares, aparelho de DVD, carregadores e até uma máquina de bater açaí.
Em depoimento, Sirval admitiu que, após o roubo à "Arca da Aliança de Anajás", passou a vender açaí após comprar a máquina com cerca de R$ 600,00 adquiridos no roubo à embarcação. Ainda, conforme o relato de Sirval, o assalto à balsa foi cometido por duas quadrilhas. Uma delas, conhecida por “Família Caterpilar”, comandada por Abelardo Souza Marques, que também usava o nome de “Luciano”, foi presa no último dia 8, em Belém e Tucuruí. O outro bando é formado, segundo Sirval, por três pessoas – o preso e mais dois comparsas –, sob o comando de “Sniff”. Ednogal Pedro Flor, de apelido “Dinoca”, preso junto com outra seis pessoas no último dia 8, é apontado como responsável em articular as duas quadrilhas para praticar o assalto à balsa. As investigações prosseguem para identificar outros envolvidos nos crimes.
(assessoria da Polícia Civil
ELEIÇOES 2012: PRAZOS FATAIS
Está em contagem regressiva o calendário eleitoral para as eleições de 2012, aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral, quando serão escolhidos novos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores nos 5.569 municípios brasileiros. Com primeiro turno marcado para o dia 07/10/2012, o tempo urge e cumpre aos atores - eleitores, candidatos e partidos políticos - estar atentos às respectivas datas, sob pena de preclusão, ou seja, perda do direito, de termo ou faculdade, pelo não exercício no tempo prefixado em lei para a sua ultimação.
Assim, o dia 7 de outubro de 2011 mostra-se fundamental, como marco temporal importantíssimo para o processo eleitoral brasileiro das eleições municipais de 2012.
A Lei Eleitoral exige que o candidato a cargo eletivo tenha domicílio eleitoral na circunscrição a qual pretenda concorrer, vale dizer, deve ser no lugar da sua residência ou moradia, ou, ainda, conforme decisões do Tribunal Superior Eleitoral, o local onde o interessado tem vínculos – negociais, sociais, políticos ou patrimoniais.
No mesmo prazo, também por exigência legal, os candidatos a cargos eletivos para o pleito de 2012 devem estar filiados a um partido político, ou seja, o candidato aceita e adota o programa de um partido político, estabelecendo um vínculo entre ele e o partido. Por disposição constitucional, é condição de elegibilidade ter filiação partidária (artigo 14, § 3º, inciso V da Constituição Federal). E somente pode se filiar a partido político o eleitor que estiver no gozo de seus direitos políticos (Lei 9.096/95, art. 16).
No atual sistema, existem 27 partidos políticos devidamente registrados junto ao Tribunal Superior Eleitoral e mais quatro aguardando pedido de registro, ante esse mesmo órgão da Justiça Eleitoral responsável pela tarefa de regularizar a agremiação partidária.
É importante ressaltar, também, que até o próximo dia 7 de outubro deve ser aprovada a reforma eleitoral que pretende regrar o pleito de 2012, em fase de apreciação nas duas Casas Legislativas, sob pena de inaplicabilidade na forma do que prevê o artigo 16 da Constituição Federal. De acordo com este, “a lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência”.
Certo é que, como o direito não socorre aos que dormem, cumpre observar com atenção aos prazos fixados no calendário eleitoral previsto pelo Tribunal Superior Eleitoral. As datas preestabelecidas são fatais e podem comprometer todo o trabalho eventualmente já desenvolvido por parte dos respectivos agentes, partidos e agremiações.
Lizete Andreis Sebben
Advogada e ex-Juiza do TRE/R
terça-feira, 27 de setembro de 2011
PM APREENDE ARMA E DROGAS NO MARAJÓ
Em outra ocorrência, homens do 8º Batalhão de Polícia Militar – Batalhão Marajó fecharam uma boca de fumo que funcionava em uma residência no Bairro Novo. A ação foi possível após a prisão, na última quarta-feira, 21, de um usuário de drogas com o qual foram encontrados papelotes com pasta base de cocaína. Questionado sobre a procedência da droga, o acusado informou a localização do ponto de venda.
No local, a guarnição encontrou, dentro de um recipiente, sete papelotes de cocaína e R$ 1.315,00 em espécie, lucro da venda da droga. Além da dona do imóvel, mais quatro pessoas foram detidas por suspeita de envolvimento com o tráfico. Somente este mês, o Batalhão Marajó já efetuou dez operações com êxito na área de circunscrição do 8º BPM. As ações resultaram na prisão de várias pessoas e na apreensão de grande quantidade de entorpecentes.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
OS ACESSOS DO "BLOGUINHO"

POLITICAS PÚBLICAS PRO JOVEM BOAVISTENSE
Meu nome é Josué, sou de ssbve como cidadão e eleitor sempre procuro estar atualizado sobre o andamento politico em minha cidade e das decisões que são tomadas. Ano que vem tem eleição e vejo o quadro politico se formando. Daqui a pouco os candidatos estarão lançando suas propostas sobre saúde, educação e etc. .A minha preocupação hoje é nossa juventude, que a cada dia que passa vem sendo exterminada em todos os aspectos: violência, drogas e etc, Segundo o mapa da violência dos municípios de 2008, 17.000 mil jovens são assassinados todos os anos em todo o Brasil, e isso vem se tornando um problema nacional,j que já tomou um ponto tão grave que já há um deficit de jovens do sexo masculino na estrutura demográfica brasileira, por isso, deixo meu apelo aos candidatos de SSBV para que eles possam incluir um plano de Politicas publicas para a juventude.
Nossa juventude não deve ser esquecida, só para se ter uma ideia, de acordo com o censo 2010 a pirâmide etaria Distribuição da população por sexo, segundo os grupos de idade São Sebastião da Boa Vista (PA),está assim:
25 a 29 anos | 1.038 | 4,5% | 4,2% | 955 |
20 a 24 anos | 1.285 | 5,6% | 4,8% | 1.092 |
15 a 19 anos | 1.426 | 6,2% | 5,6% | 1.293 |
10 a 14 anos | 1.466 | 6,4% | 6,0% | 1.372 |
Infelizmente muito dos nossos jovens não conhecem seus direitos, poucos são os que questionam, se queremos uma realidade diferente precisamos nos unir.
J heidecker
Na Mira do Leitor: Você quer ver o Theatro da Paz?
domingo, 25 de setembro de 2011
CAMINHADA DE FÉ

A IGREJA CATOLICA DE SÃO SEBASTIÃO DA BOA VISTA CONVIDA A TODOS A PARTICIPAREM DA CAMINHADA EM COMEMORAÇÃO AO MÊS DA BIBLIA.
DIA 30 DE SETEMBRO SEXTA FEIRA A PARTIR DAS 19:OO horas
Local da saída: em frente do centro comunitário,é muito importante sua presença para o fortalecimento da nossa fé.
Não esqueça de levar sua bíblia
Altamiro Borges: Jô Soares critica ditadura da TV Globo
O MELHOR DA MÚSICA BRASILEIRA

Sempre gostou da música, também por ser filha de um músico, seu dom e talento para as artes musicais já vinham na sua genética. Em 1960 começou a entrar no ramo artístico. Nesse mesmo ano registrou a primeira atuação em estúdio, participando da faixa Acalanto (Dorival Caymmi), no LP do pai, que compôs a canção em sua homenagem, quando a cantora era ainda criança. Ela e Dorival reproduziram a música no LP.
Lançou, também, o primeiro disco solo, um 78 RPM, contendo as músicas Adeus (Dorival Caymmi) e Nossos beijos (Hianto de Almeida e Macedo Norte). No dia 26 de abril desse mesmo ano, assinou contrato com a TV Tupi, apresentando-se no programa Sucessos Musicais, produzido por Fernando Confalonieri. Em seguida, passou a apresentar, acompanhada pelo irmão Dori, o programa A Canção de Nana, produzido por Eduardo Sidney.
Em 1961, casou-se com seu noivo, o médico Gilberto José Aponte Paoli e mudou-se para a Venezuela. Em Caracas, Nana morou muitos anos e lá nasceram suas duas filhas: Stella Teresa Caymmi Paoli, em 1962, e Denise Maria Caymmi Paoli, em 1963. Gravou, nesse ano, seu primeiro LP, chamado Nana, com arranjos de Oscar Castro Neves.
Em 1964, participou do disco Caymmi visita Tom e leva seus filhos Nana, Dori e Danilo, ao lado do pai e dos irmãos. Foi um disco com cantoria em família que fez muito sucesso.
Após muitas brigas e também na época os homens acharem um absurod uma mulher cantar e sair a noite para shows, Nana não aguentou essa imposição do marido e decidida a ser feliz pela música, divorciou-se do marido e voltou grávida para o Brasil, com suas filhas pequenas e aqui passou a criá-las sozinha. O ex-marido só ajudou as filhas com a parte financeira.
Em 1966, nasceu na Cidade do Rio de Janeiro seu terceiro filho, João Gilberto Caymmi Paoli, o que foi uma grande alegria para ela, e mesmo separados, seu ex-marido veio visitá-la e registrar o menino.
Nesse mesmo ano, venceu o I Festival Internacional da Canção (TV Globo), interpretando a canção Saveiros (Dori Caymmi e Nelson Motta). Apresentou-se no programa Ensaio Geral (TV Excelsior), ao lado de artistas como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Tuca, Toquinho e Maria Bethânia, entre outros. Ainda nesse ano, assinou contrato com a TV Record, da Cidade de São Paulo. Após um tempo de namoro, casou-se com o cantor e compositor Gilberto Gil, com quem compôs "Bom dia", canção apresentada pelos autores no III Festival de Música Brasileira (TV Record), em 1967.
Em 1968 terminou seu contrato com a TV Record. Estreou, no Rio de Janeiro o show "Barroco" e divorciou-se de Gilberto Gil por motivos pessoais, possivelmente por causa de brigas por ciúmes.
Em 1969, foi citada por Carlos Drummond de Andrade no poema "A festa (Recapitulação)", publicado na edição do dia 23 de fevereiro do jornal "Correio da Manhã".
Em 1970, fez uma temporada de shows com Dori Caymmi em Punta del Este, no Uruguai. Participou do espetáculo "Mustang Cor de Sangue", com Marcos Valle, Paulo Sérgio Valle e o conjunto Apolo 3, realizado no Teatro Castro Alves (Salvador) e no Teatro de Bolso, no Rio de Janeiro.
No ano seguinte, cantou "Morena do mar" (Dorival Caymmi), na II Bienal do Samba (TV Record). Voltou a Punta del Este, para novas temporadas, em 1971 e em 1972, nesse último ano ao lado de Dori Caymmi, no Café del Puerto.
Em 1973, apresentou-se com sucesso em Buenos Aires. Viajou muito o mundo cantando e se apresentando, e por onde ia fazia sucesso.
No ano seguinte, realizou um show, com o conjunto argentino Camerata, no Camerata Café Concert, novamente em Punta Del Este. Lançou na Argentina, pela gravadora Trova, ainda em 1974, o LP "Nana Caymmi", que vendeu 20 mil cópias. O disco, divulgado Rádio Jornal do Brasil por Simon Khoury, chamou a atenção das gravadoras brasileiras.
No ano seguinte, acompanhada pela Camerata, foi recebida pela mídia como Grande Show Woman, em sua temporada anual na Argentina.
Após um jejum de oito anos no mercado fonográfico brasileiro, ou seja, oito anos afastada sem cantar em público cuidando de sau vida pessoal, lançou, em 18 de junho de 1975, na Sala Corpo e Som, do Museu de Arte Moderna (RJ), o LP "Nana Caymmi" (CID). O disco alcançou o 77º lugar no Hit Parade Carioca, uma semana após o lançamento. Fez, ainda, uma temporada, no mês de julho, na boate Igrejinha em São Paulo, sendo citada por Tárik de Souza, no "Jornal do Brasil", como a "Nina Simone brasileira" e provocando a admiração de Caetano Veloso, que considerou sua interpretação de "Medo de amar" (Vinícius de Moraes) uma das mais expressivas da música brasileira.
No dia 22 de outubro de 1976, foi contemplada com o Troféu Villa-Lobos de Melhor Cantora do Ano, oferecido pela Associação Brasileira de Produtores de Discos. Participou da trilha sonora de "Maria Maria", espetáculo do Balé Corpo, com músicas de Milton Nascimento e Fernando Brant e coreografia de Oscar Ajaz. Apresentou-se, ao lado de Ivan Lins, no Teatro João Caetano (RJ), pelo projeto "Seis e Meia". Ainda em 1976, lançou o LP "Renascer", com show no Teatro Opinião". A canção "Beijo partido" (Toninho Horta), na voz da cantora, foi incluída na trilha sonora da novela "Pecado Capital" (TV Globo).
Em 1977, gravou novo LP, pela RCA-Victor. O disco contou com a participação de Dorival Caymmi na faixa "Milagre", canção inédita do compositor, e teve show de lançamento no Teatro Ipanema (RJ). Ainda nesse ano, a gravadora CID lançou no mercado brasileiro o disco "Nana Caymmi", gravado na Argentina em 1974, com o título "Atrás da porta". Inaugurou, ao lado de Ivan Lins, o "Projeto Pixinguinha" (Funarte).
Em 1978, apresentou-se com Dori Caymmi pelo "Projeto Pixinguinha". O show, dirigido por Arthur Laranjeiras, estreou no Teatro Dulcina (RJ) e prosseguiu em Vitória, Salvador, Maceió e Recife. Ainda nesse ano, lançou, pela Odeon, o LP "Nana Caymmi", contendo a faixa "Cais" (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos), incluída na trilha sonora da novela "Sinal de Alerta" (TV Globo).
Em 1979, apresentou-se, com Edu Lobo e o conjunto Boca Livre, no Teatro do Hotel Nacional e no Canecão, no Rio de Janeiro. Nesse mesmo ano conheceu e começou a namorar o cantor e compositor Claudio Nucci. Em poucos meses de namoro já estavam casados.
Em 1980, comandou "Nana Caymmi e seus amigos muito especiais", série de shows apresentados às segundas-feiras, no Teatro Villa-Lobos, com a participação de Isaurinha Garcia, Rosinha de Valença, Cláudio Nucci, Zezé Mota, Zé Luiz, Fátima Guedes, Sueli Costa, Jards Macalé e Claudio Cartier, entre outros. Fez temporada no Chico’s Bar, anexo do Castelo da Lagoa, no Rio de Janeiro, e realizou espetáculo de lançamento do disco "Mudança dos ventos" (Odeon), viajando em turnê de shows pelo país. Participou, ao lado do Boca Livre, do "Projeto Pixinguinha".
Em 1981, "Canção da manhã feliz" (Haroldo Barbosa e Luiz Reis), na voz da cantora, foi incluída na trilha sonora da novela "Brilhante" (TV Globo). Seu espetáculo, na Sala Funarte, foi apontado pelo "Jornal do Brasil" como um dos dez melhores do ano.
Em 1982, apresentou-se em Algarve, Portugal. Realizou uma participação na novela "Champagne" (TV Globo), representando a si mesma e cantando "Doce presença" (Ivan Lins e Victor Martins), ao lado do pianista Edson Frederico. A canção foi incluída na trilha sonora da novela.
No ano seguinte, gravou, com César Camargo Mariano, o LP "Voz e suor" (Odeon). Apresentou-se, ao lado do pianista, no 150 Night Club (SP), para lançamento do disco.
Em 1984, sua terceira separação: Divorciou-se de Claudio Nucci por motivos conjugais. Esse foi seu último casamento, após o último casório ela passou a circular na mídia, raramente, com alguns namorados. Após se separar, saiu do Brasil e participou do Festival de música de Nice, na França, com Dorival Caymmi e Gilberto Gil, entre outros.
No ano seguinte, em 1985, sua gravação de "Flor da Bahia" (Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro) foi incluída na trilha sonora de da minissérie "Tenda dos Milagres" (TV Globo), baseada no romance homônimo de Jorge Amado.
No final de 1986, em comemoração ao centenário de nascimento de Villa-Lobos, iniciou uma série de shows pelo país, que teve continuidade no ano seguinte, interpretando obras do compositor, ao lado de Wagner Tiso e do grupo Uakti.
Em 1987, fez temporada de shows em Madri (Espanha). Lançou o disco "Nana", contando com a participação de seu filho, João Gilberto, na faixa "A lua e eu" (Cassiano e Paulo Zdanowski). No dia 3 de outubro desse mesmo ano, nasceu sua primeira neta, Marina Caymmi Meneses, filha de Denise Maria e Carlos Henrique de Meneses Silva.
Em 1988, fez show de lançamento do disco "Nana", no L’Onoràbile Società em São Paulo e no People Jazz, no Rio de Janeiro, seguindo em turnê pelo país.
Em 1989, participou da coletânea "Há sempre um nome de mulher", LP duplo produzido por Ricardo Cravo Albin para a campanha do aleitamento materno, do Banco do Brasil, cantando as músicas "Dora" e "Rosa morena", ambas de Dorival Caymmi. Nesse mesmo ano, ao lado do amigo Wagner Tiso, excursionou por várias cidades da Espanha e participou do Festival Internacional de Jazz de Montreux, na Suíça. A apresentação foi gravada ao vivo, gerando o LP "Só louco", lançado, no mesmo ano, pela EMI-Odeon.
No dia 16 de dezembro de 1989, seu filho, João Gilberto, sofreu, no Rio de Janeiro, um grave acidente de motocicleta. A cantora passou o ano de 1990 dedicando-se exclusivamente ao filho acidentado, que se não fosse riogorosamente tratado poderia ter sequelas. Ela, então, se afastou do cenário musical para se dedicar mais ao filho.
Em 1991, voltou ao cenário artístico, participando, ao lado do irmão Danilo, de espetáculo realizado no Rio Show Festival, que ocorreu no Rio e reuniu Dorival Caymmi e Tom Jobim. Participou novaente de um show de jazz em Montreux com os irmãos. O show foi gravado ao vivo e gerou o disco "Família Caymmi em Montreux", lançado no Brasil, no ano seguinte, pela PolyGram.
Em 1992, participou, no Rio Centro, RJ, da segunda edição do "Rio Show Festival", ao lado de Dorival Caymmi, Danilo Caymmi e Fagner. Lançou, pela Sony Music, o disco "O melhor da música brasileira", apresentando-se em temporada de shows na casa noturna Jazzmania (RJ). No dia 24 de abril desse mesmo ano, nasceu Carolina, sua segunda neta, filha de Denise e Carlos Henrique de Meneses Silva. Participou do "SP Festival", realizado no Anhembi (SP), ao lado de Dorival Caymmi, Danilo Caymmi e Gilberto Gil.
Em 1993, viajou a Portugal, para temporada de shows em Lisboa e no Porto, ao lado de Dorival e Danilo Caymmi. Gravou o disco "Bolero" (EMI), apresentando-se em longa temporada de shows no People Jazz (RJ) e seguindo em turnê pelo país. Esteve, também, em Nova York, onde se apresentou no Blue Note, em show que contou com a participação de Danilo Caymmi.
Em 1994, lançou o CD "A noite do meu bem - As canções de Dolores Duran" (EMI), que contou com a participação de sua filha Denise Caymmi na faixa "Castigo". Fez show de lançamento do disco no Canecão, em seu primeiro espetáculo solo nessa casa, seguindo em turnê pelo país.
Em 1996, apresentou-se no Teatro Castro Alves, em Salvador, ao lado de Daniela Mercury, do pai Dorival e dos irmãos Dori e Danilo, em dois espetáculos comemorativos dos 50 anos das empresas Odebrecht. Lançou, nesse mesmo ano, o disco "Alma serena" (EMI), no Canecão, RJ e no Palace, SP, seguindo em turnê pelo país. Viajou, em seguida, para os Estados Unidos, onde se apresentou em Los Angeles e Nova York, ao lado de Dori Caymmi.
Em 1997, gravou, no Teatro Rival, Rio de Janeiro, seu primeiro disco solo ao vivo, "No coração do Rio" (EMI), seguindo em turnê pelo país.
Em 1998, lançou o CD "Resposta ao tempo" (EMI), contendo a canção homônima (Cristóvão Bastos e Aldir Blanc), escolhida como tema musical de abertura da minissérie "Hilda Furacão" (TV Globo). A música obteve bastante destaque, tendo sido muito executada nas rádios, nesse ano. Apresentou-se, novamente, no Canecão, em show de lançamento do disco, viajando, em seguida, em turnê pelo país.
Em 1999, foi contemplada com o primeiro Disco de Ouro de sua carreira, pelas cem mil cópias vendidas do CD "Resposta ao Tempo" (EMI), seguindo-se o convite da TV Globo para cantar "Suave veneno" (Cristóvão Bastos e Aldir Blanc), canção escolhida como tema da novela homônima. Lançou a coletânea "Nana Caymmi - Os maiores sucessos de novela" (EMI). Participou, ainda, do songbook de Chico Buarque (Lumiar Discos), interpretando a faixa "Olhos nos olhos".
Em 2000, comemorando 40 anos de carreira em disco, lançou o CD "Sangre de mi alma" (EMI), cantando em espanhol uma seleção de boleros, como "Acércate más" (Osvaldo Farrés) e "Solamente una vez" (Agustin Lara), entre outros, com arranjos de Dori Caymmi e Cristóvão Bastos.
Em 2001, gravou o CD "Desejo", produzido por José Milton, com a participação de Zeca Pagodinho, em dueto com a cantora em "Vou ver Juliana" (Dorival Caymmi), Ivan Lins, ao piano na faixa "Só prazer" (Ivan Lins e Celso Viáfora) e sua sobrinha Alice, filha de Danilo Caymmi, em dueto com a tia na música "Seus olhos", de autoria da irmã, Juliana Caymmi. O disco registrou, com arranjos de Cristóvão Bastos, Dori Caymmi, Lincoln Olivetti e Paulão 7 Cordas, as canções "Saudade de amar" (Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro), "Frases do silêncio" (Marcos Valle e Erasmo Carlos), "Fogueiras" (Ivan Lins e Vitor Martins), "Lero do bolero" (Kiko Furtado e Abel Silva), "Vinho guardado" (Danilo Caymmi e Paulinho Tapajós), "Desejo" (Fátima Guedes), "Naquela noite" (Claudio Cartier e Guto Marques), "Fumaça das horas" (Sueli Costa e Fausto Nilo), "Esse vazio" (Cristóvão Bastos e Dudu Falcão), "Marca da Paixão" (Marcio Proença e Marco Aurélio) e "Distância" (Dudu Falcão). Realizou show de lançamento do disco no Canecão (RJ), apresentando, além do repertório do CD, sucessos de sua carreira, como "Saudade de amar", da trilha sonora da novela "Porto dos Milagres" (TV Globo) e Resposta ao tempo (Cristóvão Bastos e Aldir Blanc), acompanhada de uma banda formada por Cristóvão Bastos (piano), Itamar Assiere (teclados), Ricardo Silveira (guitarra), Jorjão (baixo), Ricardo Pontes (sax e flauta), Ricardo Costa (bateria) e Don Chacal (percussão).
Em 2002, lançou o CD "O mar e o tempo", contendo exclusivamente obras de Dorival Caymmi, como "Saudade da Bahia" e "O bem do mar", entre outras, além da inédita "Desde ontém". O disco contou com a participação de seus irmãos Dori e Danilo, além de sua mãe, Stella, das netas, já que sua outra filha, Stella Teresa, também teve filhos e das suas sobrinhas.
Em 2003, foi lançado o songbook "O melhor de Nana Caymmi" (Editora Irmãos Vitale), produzido por Luciano Alves, contendo letras, cifras e partituras do repertório da cantora, além de um perfil biográfico assinado por sua filha, Stela Caymmi.
Em 2004, em comemoração ao 90º aniversário do pai, lançou, com os irmãos Dori e Danilo, o CD "Para Caymmi, de Nana, Dori e Danilo", contendo exclusivamente canções de Dorival Caymmi: "Acontece que eu sou baiano", "Severo do pão/O samba da minha terra", "Vatapá", "Você já foi à Bahia?", "Requebre que eu dou um doce/Um vestido de bolero", "Lá vem a baiana", "A vizinha do lado/Eu cheguei lá", "O que é que a baiana tem?", "Dois de fevereiro/Trezentos e sessenta e cinco igrejas", "Saudade da Bahia", "O dengo que a nega tem", "São Salvador", "Eu não tenho onde morar/Maracangalha" e "Milagre". Os arranjos do disco foram assinados por Dori Caymmi.
Em 2005, lançou, ao lado de Danilo Caymmi, Paulo Jobim e Daniel Jobim, o CD "Falando de amor", sobre a obra de Tom Jobim. Os músicos Jorge Hélder (baixo) e Paulinho Braga (bateria) participaram das gravações.
Em agosto de 2008, Os pais de Nana (Dorival Caymmi e Stella Maria) vem a falecer em um curto intervalo de tempo; fazendo com que Nana, muito abalada, cogite a possibilidade de deixar a carreira artística por achar que não tinha mais ao seu lado os seus maiores incentivadores.Entra em profunda depressão e desgosto, como toda filha que perde os pais.
Em dezembro de 2008 participa do programa musical Som Brasil Especial Dorival Caymmi, programa da Rede Globo que foi dedicado ao compositor baiano dentro da grade de programas especiais do final do ano da emissora carioca.
Em abril de 2009, lança mais um álbum em sua carreira. O álbum chama-se Sem poupar coração e possui 14 faixas, tendo uma das faixas na novela das 21 horas da Rede Globo "Insensato Coração".
sábado, 24 de setembro de 2011
A PALAVRA É....
Conjunção de elementos de que depende, num dado momento, a situação política, econômica, social etc. dum país ou de um grupo de países ou de uma região; situação, quadro
(administração) previsão, segundo uma técnica tentativa, da evolução a curto prazo das variáveis econômicas (nível de emprego, crescimento demográfico, taxa de crescimento econômico, taxa do aumento de encomendas etc.) ou estado atual dessas variáveis.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
VALE A PENA CONTINUAR ?
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
ENCONTRO DO PSB

TENHO MEDO DO FUTURO DE SSBV
Trago ao palanque comentário deixado na caixinha do post; "eleições em Gurupá e SSBV"
Ignorância Cabôcla, disse...
Chegamos a mais uma acirrada disputa para a Prefeitura de São Sebastião da Boa Vista. Todos estão a postos para um novo pleito. Uns usando de ideologia e conhecimento, outros usam de calúnias e discursos sem fundamentação e, outros sonham com um cargo que antes nunca imaginavam ocupar, e guardam milhões para a campanha (dinheiro de procedência ignorada). Bem, tudo vale para desbravar os caminhos (votos) para chegar ao tão sonhado GABINETE DO PREFEITO, o maior cargo público do município. Porém, nos últimos anos esse cargo (mandatos) passou por muitas crises. Recordemos um pouco:
Em 2001 assumiu a prefeitura a Sr.ª Violeta Guimarães; muitos boavistenses apostaram em um novo tempo, pois essa senhora era esposa do Sr. Juarez Guimarães que em mandatos anteriores governou muito bem. No entanto, o sonho virou pesadelo e tivemos um mandato que massacrou a população, pois não se via entrar dinheiro no município, os funcionários não recebiam seus vencimentos, muita gente passando fome, até os comércios na época fecharam as portas. Enfim, foi o pior mandato de todos os tempos. Particularmente; - não gosto nem de lembrar!.
De 2005 a 2011, assumiu a prefeitura o Sr. Laércio Pereira (Getúlio, credo!! Deus me livre, aos dias atuais), havia muitas expectativas para a população, quem era sapo virou rei, quem investiu queria receber, enfim muitos crescimento econômicos acelerados de pessoas, que nem, se trabalhasse a vida toda conseguiria o que conseguiu em menos de 1 um ano (2005), querem saber? Por exemplo: o ... não vou citar nem iniciais agora, pois quem se identificar com esse perfil, que inclua o seu nome nesse rol . Porém, vale ressaltar que não só acelerou quem meteu a mão no dinheiro público. Em Boa Vista avançaram também: O tráfico de Drogas (os traficantes possuem benfeitorias de orçamento que não condiz com a realidade e nem com o perfil do proprietário, esperamos que um dia a justiça confisque todos esses bens), os homicídios, o grande número de receptação de motos roubadas, e o número de enfermos com problemas estomacais em função da qualidade da água consumida pelo boavistense (sem solução até o momento, o PT passou 08 anos no poder e nada fez). Não devemos esquecer também, dos encaminhamentos de enfermos do hospital de Boa Vista, que simplesmente não valem nada em Belém, deixando cidadãos na mão em terra desconhecida (Alô!! Secretário de Saúde vamos deixar de tuittar e trabalhar!!!!). Não devemos esquecer das mortes das mulheres em trabalho de parto ocasionadas pela falta de competência do profissional de medicina contratado para prestar serviços no município (2011). Vale lembrar do suposto assalto à Secretaria de Assistência Social (2011) que não foi recuperado o dinheiro (do povo, Alô!! .....: Tô de olho em vc!!!), e do cadáver do bebe jogado no lixo do hospital em 2006 (ainda bem que nesse caso, a responsável foi exonerada). Retornando ao dinheiro do provo, vale lembrar de alguns milhões que sumiram da Conta da Educação em 2007 (não vou entrar em detalhes, porque não conheço muito esse fato. Mas estou de olho em Vcs, viu prof. Fulano, ciclano e prof. Beltrano). Há não vamos esquecer da construção da casa do Sr....... que por sinal ficou muito bonita de três andares (parabéns, excelente construção). Sem esquecer, daqueles que usufruíram, mas infelizmente não construíram nada (que pena... é!! dinheiro que vem fácil vai fácil!!):
Já ia esquecendo da visita do Fantástico em Boa Vista, que vergonha rapá!! Meus compadi viru tudo no fantástico na globo(a CGU, ta de olho). E o pior de todos o assinado do rapaz pelo policial aqui em nossa cidade em pleno Festival do Açaí (muito estranha essa execução...), ai deu no que deu, Né!!(incendiaram o quartel, etc..), Além do policial, espero que outros responsáveis sejam punidos.
Bem agora passados aproximadamente, 12 anos de sofrimento, a população de Boa Vista está cercada novamente de aproveitadores e irresponsáveis, que participaram diretamente desses mandatos (12 anos), e agora querem persuadir a população. Porém seu objetivo principal é usufruir do dinheiro do provo. Nesse momento, não vislumbro ainda, um candidato para mudar essa realidade. Entreguemos nas mãos de Deus, pois tenho medo do futuro de Boa Vista!!!.
SSBV. 22/09/2011.
Ass: Ignorância Cabocla
Do: Tapirí, sobre o rio.
Opa!!!Fisguei um tucunaré.
Depois volto pra falar de mais coisas que estão debaixo do alguidá!!
Foi!!!rsrsr..
MOTOTÁXI: REGULAMENTAR A ATIVIDADE EM SSBV
O ÚLTIMO GESTO...
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
PESCARIA NO MARAJÓ...
SAÚDE: PROGRAMA NACIONAL DE MELHORIA DO ACESSO E QUALIDADE DA ATENÇÃO BÁSICA
terça-feira, 20 de setembro de 2011
VOLTANDO AO CARGO...
CARÊNCIAS MARAJOARAS
Por Franssinete Florenzano
Numa região onde o deslocamento é feito quase que exclusivamente por meio dos rios, o Marajó é um desafio à capacidade de o poder público agir de forma integrada, otimizando recursos humanos e financeiros. Em vez de cada órgão de governo buscar soluções separadamente, a parceria entre instituições pode dar eficiência às políticas públicas no arquipélago, além de proporcionar economia aos cofres públicos.
A proposta foi recorrente durante as palestras dos membros do grupo gestor do Plano de Desenvolvimento Territorial Sustentável para o Arquipélago do Marajó. Um dos exemplos, dado pelo comandante regional da PM, José Osmar Rocha Neto, é na área do transporte. Em vez de cada órgão das áreas de segurança, saúde, educação, pesca, meio ambiente, assistência técnica rural e de outros setores, como a Marinha, terem que se esforçar isoladamente para adquirir e manter embarcações para o transporte fluvial de suas equipes de trabalho, poderiam compartilhar equipamentos, o que permitiria resposta imediata a uma série de demandas socioambientais da região.
Outra integração importante é a de informações, observa o pesquisador João Meirelles Filho, diretor do Instituto Peabiru e um dos coordenadores do Programa Viva Marajó. “Instituições de pesquisa e de monitoramento de informações como o IBGE, o Inpa, o Sivam, o Sipam, universidades e órgãos como o Incra e o ICMBio têm que juntar suas experiências e conhecimentos para gerar e monitorar dados sobre a região”, sugere, apontando que uma das maiores dificuldades enfrentadas ao fazer um diagnóstico da região é justamente encontrar dados socioeconômicos sobre do arquipélago.
Um dos representantes da sociedade marajoara no comitê e integrante da Coordenação de Desenvolvimento do Território do Marajó, Assunção Novaes, o Cacau, reivindica integração da sociedade na definição e execução de políticas públicas, como, por exemplo, a instalação do linhão de energia elétrica. A população não tem respostas sobre o destino da madeira extraída para a implementação do projeto. “Havia um acordo com a secretaria estadual de Meio Ambiente para que essa madeira fosse utilizada nos municípios, mas ninguém sabe para onde esse material foi”, criticou.
A falta de informações sobre o projeto do linhão também foi alvo de questionamentos pelo Procurador Regional dos Direitos do Cidadão, Alan Rogério Mansur Silva, que disse ter sentido falta da apresentação de dados sobre a atuação governamental nas áreas da saúde e educação e de informações mais concretas sobre programas como a Estratégia Nacional de Segurança Pública nas Fronteiras.
Mesmo já tendo resposta do Banco do Brasil, que se comprometeu a instalar 5 agências no arquipélago ainda este ano, Alan Mansur vai reunir com representantes da Casa Civil da Presidência da República e pedir apoio para cobrar mais agências na região.
O representante do MPF-PA discutirá com a Setran medidas que o governo estadual pode tomar para agilizar a instalação de pistas de pouso no arquipélago. “O MPF vai continuar acompanhando de perto a execução do plano de desenvolvimento do Marajó. Queremos que essas medidas realmente se concretizem, e que não venham a se tornar meros cosméticos para mascarar a realidade da região”, enfatizou o procurador da República
ALTERNATIVA VIÁVEL ?
o cara foi o vereador mais votado nas ultimas eleições, vem mostrando que tem muito prestigio no cenário politico estadual. diz que está resolvendo junto com Salomão e Hilton o eterno problema de nossa água...
o Getúlio fez oq até hoje?
perseguiu pessoas durante toda sua vida, foi um vereador de oposição irresponsável e agora deixou sua marca realizando o pior festival da história do marajó.
Rey, Hilton e Salomão, pés no chão, humildade, maturidade e inteligencia na hora da decisão e a eleição será nossa...
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
ELEIÇÕES EM GURUPÁ E SSBV
A MESQUINHEZ DO JORNALISMO: O FACTÓIDE SOBRE A INELEGIBILIDADE DE ANA JÚLIA
Produzida é a palavra certa, pois a notícia não era verdadeira. Era mais um factóide, um fato conscientemente alterado, uma inverdade, uma mentira, explorada pela imprensa para gerar um impacto com objetivo eleitoral, político e econômico.
O TRE, conforme nota divulgada pelo advogado da ex-Governadora, João Batista Vieira dos Anjos, lhe aplicara, em verdade, uma multa. E multa não é a mesma coisa que " inelegível".
Mas o coro dos jornalistas alinhados com os opositores da ex-Governadora rapidamente fizeram seu estardalhaço a respeito.
Meu vizinho comentou comigo: "É a festa das hienas!".
Em verdade, é o padrão de jornalismo mais recorrente que se tem feito no Pará: o jornalismo do interesse partidário. Em alguns casos, do interesse ideológico. Sim, porque para alguns, que simplesmente não gostam do PT, nem vale à pena checar os fatos, se a notícia for " negativa" para o PT.
Achei engraçado quando li, hoje, alguns deles dando suas explicações. Forjando desculpas, vociferando insultos para encobrir seus erros e suas omissões. Um deles comete a indelicadeza de chamar a ex-governadora de Ex-Excelência. Desrespeitoso, não? Sim, e mesquinho também.
Estratégias retóricas para desviar a atenção da mancada cometida e salvar reputações. Que jornalismo precário! Feito de omissão e ignorância.
domingo, 18 de setembro de 2011
30 ANOS DO NAUFRÁGIO DO SOBRAL SANTOS

No acidente morreram entre 250 e 300 passageiros, mas a tragédia não bastou para evitar os riscos que até hoje correm os que se aventuram por este meio de transporte na rota entre Manaus e Belém, a mais concorrida da hidrovia.
A viagem final do Sobral Santos 2, um barco motor construído em 1957, começou por volta de 19 horas do dia 18 de setembro de 1981 no chamado caiszinho de Santarém, e a dois quilômetros do porto da cidade, de onde ele partira uma hora antes autorizado pela Delegacia Fluvial de Santarém.
Ao longo do dia ele recebeu aproximadamente 300 toneladas de carga, 200 limitadas pela sua capacidade e mais 100 que estavam no barco motor Emérson. O excesso, contudo, não era suficiente e, ao chegar no caiszinho, o Sobral Santos embarcou mais 100 toneladas do barco Miranda Dias, também em pane, e outros 100 passageiros, cujos nomes não constaram na relação dos 430 registrados inicialmente.
Na noite fatal, de Santarém o Sobral, considerado o barco mais seguro da região, por ser de ferro; confortável, pelo total de passageiros que levava e ainda possuir uma área de lazer no terceiro passadiço; e veloz, tinha motor de 600 cavalos, partiu com excesso de passageiros e de cargas rumo a cidade cujo cemitério recebeu a sepultura de estimados 200 passageiros.
A carga do Sobral Santos era composta por hortifrutigranjeiros produzidos na região Oeste do Pará e aproximadamente seis mil garrafas de refrigerantes e cervejas, que seriam abastecidos em Manaus. O jornalista Celivaldo Carneiro lembra que a partida do Sobral Santos era um evento porque levava para Manaus a riqueza da região e trazia o que os municípios precisavam. “Hoje tem barco de Monte Alegre, Prainha, para Manaus. Naquela época não, os produtores traziam feijão, farinha, arroz e embarcava tudo em Santarém para abastecer Manaus”, relata.
O Engenheiro Florestal Cristovam Senna, em cuja biblioteca Boanerges Senna estão guardados jornais que contam a história da tragédia, lembra que o naufrágio causou grande comoção na cidade, onde a maioria dos habitantes conhecia ou era parente de alguém que ia naquela viagem. “A navegação melhorou, até porque não podia piorar, mas naquela época houve excesso de passageiros e de carga e isso causou o naufrágio”, diz.
A versão mais aceita aponta o deslocamento da carga como causa principal do naufrágio. A carga estava mal acondicionada, grades de cerveja e refrigerantes não estavam amarradas e após a atracação no porto, com a movimentação de passageiros para a amurada, a carga fez movimento semelhante e causou o adernamento do Sobral Santos, que mergulhou nas águas barrentas do rio Amazonas em menos de cinco minutos. Estima-se que não levou 10 segundos para percorrer os 130 metros de profundidade e bater no solo do rio. “Quando ele sumiu houve um silêncio. Aquelas pessoas morreram sem poder pedir socorro, sem poder gritar”, emociona-se o comerciante Maurício Hamoy, 58, que estava no porto de Óbidos. “Só depois de uns dez minutos as vítimas começaram a emergir e gritar por socorro no meio do rio, muitas delas sobreviveram ao naufrágio, mas não resistiram a correnteza e foram arrastadas, morrendo da mesma forma”, conta, emocionado, Hamoy.
Os primeiros corpos das vítimas começaram a ser resgatados na manhã mesma do naufrágio.
Resgate difícil
A profundidade e a correnteza atrapalharam o resgate, que precisava ser feito por mergulhadores profissionais. Uma equipe de mergulhadores da Marinha, baseada no 4º Distrito Naval, em Belém, entrou numa corveta e chegou a Óbidos quase dois dias depois e iniciou o resgate. Escafandristas retiraram um número indeterminado de mortos, mas a maioria ficou desaparecida.
Oficialmente há relatos de 178 sobreviventes. O inquérito que apurou o acidente foi feito por um oficial da Delegacia de Santarém, mas o documento não pode ser encontrado lá, no 4º DN ou no 9º Distrito Naval, em Manaus. No 4º DN, o oficial de comunicação informou que o prazo para guarda desse tipo de documento é de 10 anos e não havia nada referente ao naufrágio do Sobral Santos nos arquivos do órgão militar. Sem dados oficiais, resta a versão dos sobreviventes.
O Sobral Santos pertencia a Empresa de Navegação Onze de Maio (Onzenave), do empresário Calil Mourão, e tinha permissão para transportar 500 passageiros e 200 toneladas de carga. Doze dias após naufragar, ele voltou a flutuar graças ao içamento feito pelo guindaste João Pessoa e foi vendido para o empresário Isaac Hamoy que o rebatizou de Cisne Branco. Hoje ele pertence a Empresa de Navegtação AR Transporte, e tem autorização para levar apenas 232 passageiros e 160 toneladas de carga.
LINHÃO DO MARAJÓ: MUANÁ, SSBV, CHAVES E AFUÁ PODEM FICAR DE FORA
Ao dar a informação, o presidente do Conselho de Administração do Grupo Rede Energia, Jorge de Queiroz Moraes Júnior, de passagem esta semana por Belém, revelou que a etapa inicial do projeto já está em fase de conclusão e deverá terminar em janeiro do ano que vem. Mobilizando investimentos da ordem de R$ 195 milhões, ela vai levar energia firme para cinco cidades marajoaras – Breves, Curralinho, Portel, Bagre e Melgaço. Juntas, elas representam aproximadamente 50% da carga da ilha do Marajó.
Em Portel, segundo Jorge Queiroz, já foi feita a eletrificação. Para Breves, estão prontas a linha de transmissão e a subestação local. A Celpa só depende de um trecho de dois quilômetros de linha em construção pela Eletronorte, ainda em Tucuruí, e a energização do sistema está programada para o próximo dia 23 de outubro. A linha que vai de Tucuruí até Portel e a que segue de lá para Breves são em 138 kV (138 mil volts). Já as linhas de Curralinho, Bagre e Melgaço têm cargas menores.
O presidente do Grupo Rede disse que o projeto original da segunda etapa, chamado internamente de Marajó 2, contemplava um arranjo diferente. O que se pretendia, disse ele, era a construção de uma linha a partir de Breves ligando em sequência os municípios de Anajás, Cachoeira do Arari, Ponta de Pedras, Salvaterra e Soure. “Nós íamos ficar com 1.092 km de linha de 138 mil volts. Uma linha radial, sem dupla fonte de alimentação, o que com certeza resultaria em má qualidade do serviço para o Marajó”, acrescentou.
A alternativa estudada pela diretoria do Grupo Rede, e em princípio aprovada pela direção da Eletrobrás, foi exatamente a construção dos cabos subaquáticos, arranjo que vai diminuir o tamanho da linha e reduzir os custos, inicialmente estimados em R$ 258 milhões. Outra vantagem comparativa será a maior confiabilidade do sistema, proporcionada pela dupla alimentação.
Em Ponta de Pedras, a Celpa receberá a energia transmitida por cabos aquáticos em 34 kV e elevará sua carga para 138 kV. De Ponta de Pedras, ela se estenderá, ainda em 138 kV, até os municípios de Cachoeira do Arari, Salvaterra e Soure. De Cachoeira do Arari, uma linha secundária, rebaixada para 34 kV, vai levar energia para Santa Cruz do Arari e Anajás.
Muaná, São Sebastião da Boa Vista, e Afuá: fora dos planos
O novo arranjo de engenharia concebido para a eletrificação do Marajó com energia de Tucuruí poderá manter fora do sistema interligado – e portanto abastecidos ainda por termelétricas – quatro municípios marajoaras, todos eles com pequena demanda. Jorge Queiroz declarou haver hoje o entendimento de que é absolutamente inviável, tanto do ponto de vista econômico e ambiental quanto sob o aspecto da qualidade do serviço, construir linhas de transmissão para interligar os municípios de Muaná, São Sebastião da Boa Vista, Chaves e Afuá. Juntas, essas cidades representam menos de 10% da carga do Marajó.
Ele deixou claro que a idéia de excluir os quatro municípios do sistema interligado é apenas uma proposta, e não uma decisão final. Jorge Queiroz lembrou, a propósito, que houve o compromisso do presidente da República – Lula, na época – de eletrificar toda a ilha do Marajó com energia firme. Como o projeto sempre teve e continua tendo um viés político muito forte, ele não descarta por completo a hipótese de acabar prevalecendo o plano inicial, apesar de todas as inconveniências.
Segundo o executivo, uma linha de 34 kV, no meio da mata densa ou cortando extensas áreas pantanosas, estará sempre sujeita a frequentes interrupções. Assim sendo, mesmo que aquelas cidades venham a ser conectadas ao sistema interligado, a Celpa, por questão de prudência, será obrigada a manter lá os geradores termelétricos atualmente em uso. “O que nós estamos propondo é trazer as coisas para o domínio da racionalidade”, aduziu.
Ele reiterou que, para fazer as linhas de transmissão, será necessário fazer uma faixa de 80 metros no meio da mata e, em outros pontos, cortar extensos igapós. Essas obras terão impactos ambientais muito fortes, alto custo financeiro e manutenção difícil e onerosa, tudo isso sem a mínima garantia de qualidade para os serviços a serem oferecidos. Muito melhor, disse ele, será manter os geradores a diesel, que já atendem com folga a demanda atual e que até podem ser reforçados com equipamentos de reserva.
O presidente do Grupo Rede revelou que a Celpa prevê, para este ano, a queima de 131 mil metros cúbicos de diesel no Pará, na operação de geradores que alimentam pequenos e médios sistemas isolados. Desse total, 47 mil deverão ser consumidos no Marajó e 61 mil na calha norte do Amazonas. Quando for concluída a eletrificação do Marajó, em 2012, e a dos municípios da margem esquerda, em 2013, a operação dos motores a diesel no Pará passará a ser irrelevante. Ele imagina que os motores remanescentes não consumirão por ano mais de 20 mil metros cúbicos de diesel. Ainda assim, tenderão a desaparecer com a gradativa integração das áreas isoladas ao sistema interligado da Eletrobrás.
CURRALINHO: MP PROMOVE ENCONTRO PARA FORTALECER REDE DE APOIO A VITIMAS DE VIOLÊNCIA SEXUAL
O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), por meio do promotor de Justiça Filipe Calazans Rodrigues de Oliveira, titular da comarca d...

-
O conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios do Pará (TCMPA), Cezar Colares, aplicou medida cautelar contra a Prefeitura de Melgaço,...
-
O Instituto Mentor, que há 22 anos atua em pesquisas eleitorais no Pará, realizou entre os dia 11 e 15 de setembro, em Portel, no Marajó, ...
-
Professor Flavinho, Dinhão e Professora Rosângela: Familia unida na Educação e na política Um fato histórico e inédito aconteceu nas ultimas...