quinta-feira, 15 de setembro de 2011

REUNIÃO DEFINE RETOMADA DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO DO MARAJÓ

Em reunião ocorrida na manhã desta quinta-feira (15), a Casa Civil da Presidência da República, Ministério Público Federal, Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri) e órgãos da sociedade civil retomaram as atividades do Plano de Desenvolvimento do Marajó. Desde junho do ano passado, o plano – iniciado em 2007 – não reunia as três esferas do poder público, o que fez do encontro desta quinta um marco.

Segundo o representante da Casa Civil da Presidência, Joahaness Eck, “levar políticas de desenvolvimento ao Arquipélago do Marajó é um grande desafio, maior do que em muitos países”. Para ele, o importante agora é alinhar com o Ministério de Minas e Energia e garantir a instalação da subestação de energia no Marajó. “Depois, teremos de ver como se dará a expansão a partir de sua chegada em Breves”, analisa.

Para o procurador da República Alan Mansur, o mais importante foi o balanço feito pelas secretarias envolvidas. “Fazia mais de um ano que não havia reunião sobre o plano. Saber do andamento de secretarias, como a de Segurança, por exemplo, é o grande passo para retomar o plano e implantar as políticas de desenvolvimento na região”, referendou.

Alan Mansur informou ainda que o Ministério Público Federal continuará com seu papel fiscalizador, mas que também será mais enfático em prol do Marajó. “Estamos empenhados em conseguir, por exemplo, a implantação do transporte aéreo para o arquipélago. Já tivemos reunião com a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), e agora buscamos o apoio da Secretaria de Estado de Transportes (Setran). Queremos a construção de pistas de pouso nas cidades e precisamos avançar nisso”, explicou o procurador.

Após esta primeira reunião de balanço, o secretário de Agricultura, Hildegardo Nunes, informou que a Sagri estará à frente do plano do Marajó, em parceria com outras secretarias de governo, como a Seas (de Assistência Social), Segup (de Segurança Pública e Defesa Social) e Sespa (de Saúde Pública), além das prefeituras de cada cidade envolvida e órgãos do governo federal.

Atualmente, o Conselho do Plano de Desenvolvimento do Marajó agrupa 31 pessoas, que representam organizações não governamentais (ONGs), a sociedade civil e governos. A próxima reunião do grupo está marcada para a segunda quinzena de novembro deste ano.

Dani Franco – Secom

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